Música

Festival Rock no Vale 2016

Escrito por Bárbara Cunha
Jovem gosta de música, comunhão, liberdade. E, infelizmente, muitos pensam que ser cristão te impede de usufruir dessas coisas, pois é preciso seguir os padrões da bíblia.

O festival Rock no Vale – que ocorreu entre os dias 9 e 11 de dezembro, em Arujá – possui essa missão. Mostrar aos jovens (de todas as idades) que “estar neste mundo exige de nós um posicionamento ético e sustentável em todas as nossas relações”. O lema é Rock + Reino + Sustentabilidade.

Justamente por se preocupar em preservar este padrão, o Jovens da Verdade uniu-se à Love7 Creative Productions a fim de proporcionar um evento que provoque “um momento de reflexão e resgate dos valores e princípios cristãos de cuidado e zelo com a Terra e, consequentemente, com os seres vivos que nela habitam”.

“Esse ano o Rock no Vale foi muito especial porque tivemos muitas bandas diferentes em relação aos outros anos. Foi muito legal vê-los dialogando entre si, além de ver os preletores Ariovaldo Jr., Yago Martins e Lipão sentarem na mesma mesa para conversar diante da plateia. É algo surpreendente”, comenta Rafael Diedrich, promotor do festival pela Love7.

Debaixo de chuva, a noite de abertura contou com apresentações das bandas 5 a Seco, Resgate e Scalene, que após participar do programa Super Star, da rede Globo, acaba de ganhar um Grammy.

“No final, o Rock no Vale não vale como um evento com fim em si mesmo, mas ele tem como objetivo o diálogo entre as pessoas. Na verdade, o Rock no Vale é a desculpa para a gente estar junto”, afirma Rafa, como é conhecido pelos rockvaleanos.

A promoção do diálogo e da unidade na diversidade é feita com o trabalho em três eixos: música, reino e sustentabilidade. Por isso, quem compareceu pôde ver 12 bandas, ouvir a palavra de diversos preletores cristãos e ainda conhecer ONGs de sustentabilidade ambiental e social.

A manhã de sábado teve início com a performance do duo Carta Sonora, seguido de Estevão Queiroga com Gabriel Iglesias e Zimbra. No final da tarde tiveram Kivitz e Voltare. Enquanto à noite houveram apresentações de Preto no Branco, Projeto Sola, Tanlan e Supercombo no palco principal.

O fechamento do evento, no domingo, contou com Mauro Henrique com o Loop Session e Tiago Arrais que, além de cantar algumas canções, também ministrou uma palavra sobre Unidade na Diversidade para encerrar as atividades da edição 2016 do Rock no Vale.

Nota da editora:

O Jovens da Verdade consegue cumprir o propósito ao qual se dispõe. A organização do festival é realizada de forma admirável, a estrutura do sítio disponibiliza acomodações que garantem o conforto aos visitantes, o espaço para quem vai acampar é ótimo, e, principalmente, a recepção e a reverência de toda a equipe deixa claro que aquilo é feito para que o reino de Deus seja propagado.

Imprevistos são comuns, dessa forma, as mudanças que aconteceram no cronograma não foram prejudiciais ao ponto de pessoas perderem algo importante.

Em resumo: os cristãos precisam de mais eventos como este, que incentivem o diálogo entre pessoas – cristãs ou não – para que a palavra de Marcos 16:15 seja cumprida.

Se você gostou do que leu, ficou interessado ou curioso, fique de olho às datas do festival do próximo ano. Você não irá se arrepender. E para sentir um pouquinho de como foram esses três dias, confira a playlist no Spotify.

Sobre o autor

Bárbara Cunha

Paulista de 20 e alguns anos. Cristã convicta. Jornalista. Corintiana torcedora do Arsenal da Inglaterra. Apaixonada por filmes, séries e música.

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