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Sem amor, nada seríamos

Bárbara Cunha
Escrito por Bárbara Cunha

“Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.

E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.

E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.” (1 Coríntios 13:1-3)

É fácil falar de amor. Todos nós conhecemos este sentimento, nem que seja por nós mesmos, mas conhecemos. Para falar de amor, basta reunir várias coisas boas e, pronto, a receita deu certo.

Mas Paulo, na primeira carta aos coríntios, relatou um dos textos mais lindos que existe sobre este tema. As palavras do capítulo 10 são tão profundas que nos levam à reflexão de que, realmente, se não houver amor, não haverá nada.

O apóstolo estava exortando o povo de Corinto. Eles precisavam voltar à essência e entender que, ainda que realizassem todos os tipos de obras, sem amor nada adiantaria.

Ele se referiu a Jesus.

Cristo poderia ter vindo a Terra curar, ressuscitar e salvar muitas pessoas daquela época, todavia, se não fosse pelo amor, Ele não teria se entregado por nós.

Reflita comigo: quantas vezes desistimos de algo antes de alcançarmos o fim só por que descobrimos que o resultado não será como desejamos?

Agora, imagine se Jesus desistisse de morrer ao saber a quantidade de pecados que cometeríamos diariamente. Ou das incontáveis vezes que o trocaríamos para conferir a vida dos outros nas redes sociais ao invés de gastarmos tempo buscando conhece-lo?

É inacreditável, mas Ele já sabia disso e das verdadeiras vontades do nosso coração. Mesmo assim, não hesitou em se entregar por toda a humanidade.

Como se não bastasse, ainda nos deixou um presente para não nos sentirmos sozinhos: o Consolador.

Gálatas 5:22

Por isso não é em vão que o primeiro fruto do Espírito seja o amor. Sem ele, nada existiria. Sem o amor dEle, nada seríamos.

Amar é uma escolha, independente de quem seja ou independente da circunstância, Ele provou que é possível amar em todo o tempo. Logo, absolutamente nada do que façamos terá valor se não existir amor.

Espero que o Espírito Santo revele o significado do seu fruto mais importante a cada um que anseia por mais dEle.

Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém.” (Romanos 11:36)

Obs.: post escrito ao som de Bondade, do Leonardo Gonçalves

A paz.

Sobre o autor

Bárbara Cunha

Bárbara Cunha

Paulista de 20 e alguns anos. Cristã convicta. Jornalista. Corintiana torcedora do Arsenal da Inglaterra. Apaixonada por filmes, séries e música.

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