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Cristãos são estranhos

Bárbara Cunha
Escrito por Bárbara Cunha

O cristão verdadeiro é uma pessoa estranha, em todos os sentidos aos olhos humanos.

Ele sente um amor supremo e conversa familiarmente todos os dias com alguém que nunca viu; acredita em sua salvação pelos méritos de outro.

Esvazia-se para que possa estar cheio; admite ser chamado de errado para estar certo; diminui-se para crescer; é forte quando é fraco; é rico quando é pobre; é feliz quando o tratam como o pior.

Morre para que possa viver; renuncia para que possa ter; doa para que possa manter; vê o invisível e ouve o inaudível graças a Aquele que excede todo o entendimento e está assentado à destra do Pai.

1 Coríntios 1:27-31

Quantas vezes não passamos por situações complicadas com pessoas que gostamos por sermos tementes a Deus?

Caçoam de nossas roupas, de irmos à igreja todo domingo, de não falarmos palavrão, nos chamam de “santinhos” só porque não queremos fazer algo que eles consideram certo ou que “não tem problema”. E, ainda assim, no final, nos chamam de estranhos.

Ninguém gosta de ser chamado de estranho, de ser o excluído na sala de aula, de ter vários apelidos ou de precisar escolher entre os amigos da escola, da rua e os da igreja.

Nossa vida é feita a partir de nossas escolhas.

Um cara chamado José, filho mais novo de Jacó, era o estranho da família – isso porque todos lá eram tementes a Deus.

Ele era invejado por seus irmãos por ser o filho preferido de Jacó – já que foi o primeiro filho que ele teve com Raquel, por quem trabalhou 14 anos para se casar. No entanto, a única diferença de José para os irmãos era o temor a Deus.

Quando alguém teme a Deus é lógico que essa pessoa deixa de fazer coisas que prejudiquem a si mesmo e, consequentemente, se torna melhor. José obedecia a seus pais – diferente de seus irmãos – e ainda tinha relacionamento com o Senhor ao ponto de receber revelações dEle.

Tudo isso incomodava tanto os outros filhos de Jacó que eles resolveram se livrar de José. Rasgaram suas vestes, jogaram-no no poço e o venderam para um povo inimigo, os egípcios.

Mas o que eles não imaginavam é que anos mais tarde, José se tornaria o governador do Egito e ajudaria toda sua família em um momento difícil.

José poderia ter se revoltado, se tornado uma pessoa amarga, desconfiada, bruta e ter matado os irmãos. Só que o amor de Deus era tão grande em sua vida que ele os recebeu de braços abertos.

Deu usa as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias!

Somos diferentes para que a glória do Senhor se manifeste na Terra.

Que desta forma, possamos mostrar que ser estranho não é ruim, ao contrário, que o verdadeiro problema está em fazer coisas só porque os outros querem.

Sobre o autor

Bárbara Cunha

Bárbara Cunha

Paulista de 20 e alguns anos. Cristã convicta. Jornalista. Corintiana torcedora do Arsenal da Inglaterra. Apaixonada por filmes, séries e música.

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