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Conversa fiada

Conversa Fiada
André
Escrito por André

Conversa Fiada

“No dia seguinte, a multidão que ficara do outro lado do mar notou que ali não havia senão um pequeno barco e que Jesus não embarcara nele com seus discípulos, tendo estes partido sós. Entretanto, outros barquinhos chegaram de Tiberíades, perto do lugar onde comeram o pão, tendo o Senhor dado graças. Quando, pois, viu a multidão que Jesus não estava ali nem os seus discípulos, tomaram os barcos e partiram para Cafarnaum à sua procura. E, tendo- o encontrado no outro lado do mar, lhe perguntaram: Mestre, quando chegaste aqui? Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: vós me procurais, não porque vistes sinais, mas porque comestes dos pães e vos fartastes. Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela que subsiste para a vida eterna, a qual o Filho do Homem vos dará; porque Deus, o Pai, o confirmou com o seu selo” (João 6:22-27)

Eu acho engraçada a maneira como Jesus era evasivo em algumas perguntas que lhe faziam. As pessoas perguntavam sobre um assunto e Ele respondia outra coisa.

Obviamente isso não é apenas engraçado, tem um propósito e um porquê. Jesus não dava atenção para conversas que não levavam a nada. Ele não perdia o Seu tempo falando sobre o que não convinha. Como dizemos por aí: não ficava de “conversa fiada”. Ele falava apenas o necessário para que tivesse a atenção das pessoas e, quando isso acontecia, vinha com o assunto que Ele realmente queria abordar: o Reino.

A passagem acima demonstra isso claramente. As pessoas lhe perguntaram quando Ele havia chegado em Cafarnaum, mas Ele fala sobre o porquê das pessoas O seguirem e já fala sobre a eternidade e o Reino.  Que sabedoria!

Que nós possamos aprender com esta passagem a utilizarmos o nosso tempo de uma maneira melhor enquanto conversamos ou falamos com nossos amigos e familiares.

Paz.

Sobre o autor

André

André

Cristão, casado, pai, trabalhador. Leva a sério a palavra de Deus e isto muitas vezes o faz não ser bem visto. Ama escrever, por isso, sempre que pode, o faz.

2 Comentários

  • É verdade! Perdemos nosso tempo falando tanta coisa inútil, que isto deveria nos envergonhar, e deveríamos trabalhar para que nossas palavras sejam “temperadas com sal” (Cl. 4:6). O capítulo 3 da epístola de Tiago e os vv. 33 a 37 do capítulo 12 de Mateus são passagens das quais precisamos nos lembrar e meditar com maior frequencia.

    Abraço!!!

    P.S. – Permita-me uma correção: a referida passagem pertence ao evangelho de João, e não ao de Mateus.

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