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Emoções negativas

“Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar.” (Tiago 1:19)

Há indivíduos que são exatamente o contrário do que o texto acima recomenda: são tardios para ouvir, prontos para falar e prontos para se irar.

A literatura religiosa judaica diz que “há quatro variedades de disposição. Primeiramente, há aqueles que facilmente se iram, mas que facilmente são pacificados; esse perdem por uma lado que ganham por outro. Em segundo lugar, há aqueles que não se iram facilmente, mas que dificilmente podem ser aplacados; esse ganham por um lado e perdem por outro. Em terceiro lugar, há aqueles que dificilmente se iram e que facilmente são aplacados; esses são os bons. Em quarto lugar, há aqueles que se iram facilmente e dificilmente se deixam aplacar; esse são os ímpios” (Midrash Hannalam, V, 11)

As emoções negativas são destrutivas: destroem os outros e o próprio ofensor. Um exemplo disso é a causa de um acidente ocorrido em 18 de junho de 1972, quando um avião se espatifou no aeroporto de Heathrow, em Londres, causando a morte de 118 pessoas.

Após intensa investigação, descobriu-se que o piloto estava descontente com a maneira como uma greve dos aviadores havia sido resolvida. Além disso, quando o piloto decolou, percebeu que o avião estava desequilibrado. Os funcionários haviam distribuído mal o peso da carne. E o piloto, já mal-humorado, ficou furioso e fez uma manobra de correção brusca demais, levando o avião a mergulhar na pista, matando 118 homens, mulheres e crianças. Às vezes, tanto culpados como inocentes pagam caro demais pela hostilidade descontrolada.

Conta-se que Charles Spurgeon tinha um amigo que era pastor e havia escrito um livro intitulado Vinde a Jesus. Outro pastor escreveu um artigo ridicularizando o livro. De início, o amigo se Spurgeon sofreu em silêncio, mas com o passar do tempo a crítica ganhou publicidade, e então o ressentimento e a ira do autor do livro se tornaram incontroláveis. Ele escreveu uma violenta resposta ao crítico e disse coisas horríveis, que nunca teria dito sob outras circunstâncias.

Mas antes de pôr a carta no correio, ele a mostrou a Spurgeon e lhe perguntou se deveria enviá-la. Spurgeon leu e disse: “Mande-a imediatamente. Mas antes escreva abaixo de sua assinatura:’Do autor de Vinde a Jesus’.”

O amigo não teve coragem de enviar a carta.

“Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem”(Ef.4:29)

Autor desconhecido, recebido por e-mail.

Paz.

Sobre o autor

André

André

Cristão, casado, pai, trabalhador. Leva a sério a palavra de Deus e isto muitas vezes o faz não ser bem visto. Ama escrever, por isso, sempre que pode, o faz.

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