Ciúme – Que bem pode trazer?

Porque onde há ciúme e sentimento faccioso, aí há confusão e toda obra má. Mas a sabedoria que vem do alto é, primeiramente, pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia” (Tiago 3:16, 17).

“A palavra ciúme sugere imediatamente um egotismo exagerado, uma prontidão para deduzir o pior relativo ao homem, uma disposição para interpretar mesquinhamente coisas
insignificantes, invejar o sucesso de companheiros, saborear o seu fracasso com uma secreta satisfação.” (W. L. Watkinson)

Há pessoas que têm prazer em buscar erros e defeitos no seu próximo. Deleitam-se em seus fracassos e decepções, alimentam-se de suas inquietudes e frustrações. Sofrem com as suas conquistas e os aplausos que delas advém. Regozijam-se mais com as derrotas alheias do que com as suas próprias vitórias.

E que bem pode isso lhes trazer? Melhor seria se procurassem alcançar os seus sonhos, atingir suas metas, escalar o monte de seus anseios e hastear em seu cume a bandeira de sua vitória.

Quando Deus está em nossos corações, temos prazer em abençoar, em celebrar a conquista dos amigos, em abraça-los por sua felicidade, em bater palmas quando eles atingem a linha de chegada após uma longa corrida em busca de seus ideais.

O ciúme não deve ter lugar em nossas vidas, o egoísmo e a mesquinhez devem ser deixados também de fora, o rancor e o desprezo precisam ser mantidos à distância. O amor deve ser o guardião de nossos corações e o brilho do Senhor a nossa maior característica.

O ciúme não nos traz nenhum bem. Ele tira a nossa paz e impede a bênção de Deus para nossa vida.

Pr. Paulo Roberto Barbosa


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