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Santidade na porta estreita

Santidade na porta estreita
André
Escrito por André
Santidade na porta estreita
“Entrem pela porta estreita, pois larga é a porta e amplo o caminho que leva à perdição, e são muitos os que entram por ela. Como é estreita a porta, e apertado o caminho que leva à vida! São poucos os que a encontram.” (Mateus 7:13,14)
 
Outro ponto engraçado, ou melhor, triste, que tenho visto na minha caminhada com Deus é a maneira como algumas pessoas encaram a necessidade que temos de ser santos. Muitos entendem que é suficiente livrar-se dos pecados mais evidentes, ou pelo menos diminuir a intensidade deles. Aqueles pecados que não são tão aparentes podem continuar acontecendo como algo natural. Esta é a santidade da porta larga, onde erros são aceitos, onde pecados são bem vindos, onde uma busca desenfreada por santidade não é necessária.
 
Mas na porta estreita, a porta que conduz à salvação, não é assim. Na porta estreita precisamos ser santos, inegociavelmente santos, loucamente santos. Os pecados e erros vão existir? Lógico que sim:
 
“Se dissermos que não temos pecado nenhum, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós.” (1 João 1:8)
 
Mas o texto continua dizendo que:
 
“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. Se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.” (1 João 1:9,10)
 
Pecaremos com certeza, teremos o perdão também com certeza, porém o pecado deve ser, em nossas vidas, inaceitável, simplesmente inaceitável. Qualquer outro padrão que aceite o pecado não faz parte da porta estreita, não conduz à salvação.
 
“Todo aquele que vive habitualmente no pecado também vive na rebeldia, pois o pecado é rebeldia. E bem sabeis que ele se manifestou para tirar os pecados; e nele não há pecado. Todo o que permanece nele não vive pecando; todo o que vive pecando não o viu nem o conhece.” (1 João 3:4-6)
 
A santidade na porta estreita requer de nós um padrão. Um padrão talvez inatingível, mas que não pode deixar de ser buscado. Se queremos realmente ter intimidade com Deus, se queremos nos apresentar diante dELe com o coração puro, precisamos ser santos. Não podemos negociar nossos valores, não podemos aceitar como comum aquilo que Deus condena, não podemos receber em nossas vidas aquilo que Ele despreza.
 
“Então disse Natã a Davi: Esse homem és tu! Assim diz o Senhor Deus de Israel: Eu te ungi rei sobre Israel, livrei-te da mão de Saul, e te dei a casa de teu senhor, e as mulheres de teu senhor em teu seio; também te dei a casa de Israel e de Judá. E se isso fosse pouco, te acrescentaria outro tanto. Por que desprezaste a palavra do Senhor, fazendo o mal diante de seus olhos? A Urias, o heteu, mataste ã espada, e a sua mulher tomaste para ser tua mulher; sim, a ele mataste com a espada dos amonitas. Agora, pois, a espada jamais se apartará da tua casa, porquanto me desprezaste, e tomaste a mulher de Urias, o heteu, para ser tua mulher. Assim diz o Senhor: Eis que suscitarei da tua própria casa o mal sobre ti, e tomarei tuas mulheres perante os teus olhos, e as darei a teu próximo, o qual se deitará com tuas mulheres ã luz deste sol. Pois tu o fizeste em oculto; mas eu farei este negócio perante todo o Israel e ã luz do sol. Então disse Davi a Natã: Pequei contra o Senhor. Tornou Natã a Davi: Também o Senhor perdoou o teu pecado; não morreras.” (2 Samuel 12:7-13)
 
Paz.

Sobre o autor

André

André

Cristão, casado, pai, trabalhador. Leva a sério a palavra de Deus e isto muitas vezes o faz não ser bem visto. Ama escrever, por isso, sempre que pode, o faz.

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