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Vinde, benditos de meu Pai

Vinde, benditos de meu Pai…” (Mateus 25:34).

Zig Ziglar, especialista em motivação, conta que quando era um menino, sua mãe lhe mandou abrir duas fileiras com uma enxada, para plantar feijão. Ele tinha cerca de oito anos de idade. Ela mostrou exatamente como queria que ele fizesse e lhe falou: “quando você terminar as covas e colocar os feijões, chame-me para que venha examinar se tudo está correto”. Quando finalmente ele terminou o trabalho, seguindo as instruções dadas pela mãe, ele a chamou para verificar o seu trabalho. Quando ela chegou ao local, balançou a cabeça de um lado para outro e disse ao filho:

“Bem, querido, creio que você vai ter que repetir sua tarefa. Para a maioria dos meninos estaria bom, mas você não é a maioria dos meninos, é meu filho. E meu filho pode fazer melhor do que isso”.

Temos nos contentado com o razoável? Ficamos satisfeitos com uma vida sem brilho, sem objetivos, sem sonhos? Conformamo-nos facilmente com o mínimo sem nos empenhar em buscar a excelência no viver?

Necessitamos entender que não somos insignificantes, nem um número qualquer em uma relação existente. Somos filhos do Deus Altíssimo, herdeiros do Céu de glória. O Senhor nos garantiu que seríamos sempre mais do que vencedores e não devemos nos contentar senão com o nosso melhor.

Precisamos nos empenhar em oferecer o nosso máximo, não por vaidade ou para conquistar notoriedade, mas para exaltar o nome de Jesus e para glorificar o nosso Pai celestial.

Como filhos de Deus temos de testemunhar a transformação em nós operada pelo Espírito Santo; temos que demonstrar amor e alegria, esperança e fé. Devemos cantar em vez de murmurar, levantar depois de um fracasso e jamais desanimar, ter sempre uma palavra de consolo para aqueles que, prostrados, não encontram forças para seguir em frente.

Deus nos diz com amor: “Você não é uma pessoa qualquer, é meu filho. Você deve fazer sempre o melhor.”

Extraído do site Estudos Cristãos

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