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Pensamentos sobre o relacionamento com Deus

09.06.2010

É uma caminhada longa, uma jornada árdua. Não há facilidades, nem deve haver neste mundo, pois a ele não pertencemos. Ainda que saibamos o fulgor e a plenitude maravilhosa da recompensa, a jornada continua difícil. Ainda que entendamos o que nos está reservado, conectando nossa mente, nosso coração com o Alto e Poderoso Mestre, nossos pés ainda tocam o chão, e nessa interação muitas atitudes vêm nos prejudicar. Desejos, futilidades, coisas que sabemos não nos serem necessárias mas, que mesmo assim, por nosso contato com o temporal, com o mutável, com o caído, acabam por nos fazer, em certas circunstâncias, empregar forças até excessivas num combate atroz.

Muitos acontecimentos cercam a vida dos que confiam na promessa Divina, dos que o buscam com a devoção de quem realmente não tomaria outro caminho, mesmo que se lhe aparentasse (como quase sempre se parece) muito mais agradável e adequado. Sim, viver em Cristo é maravilhoso, mas não é fácil.
A compreensão do Seu amor para conosco, e a constante assimilação e entendimento deste amor, a devoção a este amor nos levam diariamente a um contato mais próximo com o próprio Amor, o próprio Deus. É maravilhoso, indescritível eu diria, sermos, além de resgatados de um caminho que findava em trevas e horror absolutos, levados a um contato pleno e profundo com o Criador.

Quanto maior nossa imersão neste oceano de amor verdadeiro, quanto mais constante nosso relacionamento com o Pai, maior a distância que nossos pés tomarão do chão. Não sairemos deste mundo, por enquanto, mas, pela constante ação regeneradora e abençoadora do Santo Espírito, seremos livres do mal, dos males que corrompem e destroem a sociedade, a humanidade, e que tentam macular os que já foram lavados pelo precioso sangue do Cordeiro.

Extraído com orgulho do LHDBlog.

Paz.

Escrito ao som de: HB

A família “é de Deus”

02.06.2010

Uma família estruturada e que convive em harmonia é um testemunho para a sociedade. Num mundo em que a família está ameaçada por divórcios, pouco convívio no lar, pais ausentes e/ou em crise com relação a seus papéis — para não mencionar as pressões financeiras —, os que conseguem manter-se firmes em meio aos ventos contrários são verdadeiros exemplos a ser seguidos.

A idéia corrente sobre a família é a de instituição falida: ouvi alguém dizendo na TV que a família só existe porque “nascemos e moramos num lugar com pessoas que tem o mesmo sangue que a gente”. Isso não é verdade, pelo menos, em parte, se pensarmos que a consideração única do parentesco sanguíneo restringe a essência do que somos a meros seres viventes, o que, absolutamente, também não é verdade.

A família é uma idealização do Senhor, cuja instituição remonta ao evento da criação. Uma breve análise dos primeiros capítulos do Livro de Gênesis é suficiente para percebermos que o ser humano (a base da família) tem origem divina (Gn 1: 26-27; 2: 7), que o homem deve encontrar preenchimento na companhia de um cônjuge (Gn 2: 18), que, ao criar a mulher, Deus estava, de fato, formando a primeira unidade familiar (Gn 2: 21-22), que a família cumpre os propósitos de satisfação sexual (Gn 2: 24) e perpetuação (Gn 1: 28). O homem não apenas encontra na família os atributos para realizar-se física e emocionalmente, como a ruptura da estabilidade familiar lhe pode causar grandes danos (Mt 19: 4-6).

Portanto, se você anda em crise com a sua família, pense no que ela representa na sua vida e/ou no que seria da sua existência sem ela. Comece pela criação e os planos de Deus para você, na posição que ocupa na estruturação do seu lar; ou, contrariamente, faça o processo reverso, iniciando pela condição do seu relacionamento com os seus e encontrando na gênese do homem a sua origem familiar e a vontade de Deus de fazê-lo feliz. E, claro, se precisar de ajuda, não se esqueça de consultar a Palavra.

Fique na Paz

Autor: Ap. Rina
Recebido após cadastro no site da igreja Bola de neve

Escrito ao som de: Audio Adrenaline, Jars of clay

Deus também fecha portas

31.05.2010

A porta fechada nos desespera, nos dá insegurança, medo e às vezes revolta.

Em nossa orações costumamos pedir a Deus que abra portas e não que feche portas. Muitos acreditam que Deus não fecha portas, que ele somente abre, mas é certo que Deus fecha e mantém fechadas muitas portas em nossas vidas.

Deus fechou a porta diante do apóstolo Paulo,quando este pediu que Ele lhe tirasse o espinho da carne. Deus fechou a porta a Moisés, quando não permitiu que ele entrasse na terra prometida. Deus fechou a porta de uma geração inteira, que morreu no deserto, antes de ver a Terra Prometida.

Deus permanece hoje fechando portas e as portas que Deus fecha devem permanecer fechadas. Deus fechou uma porta perante Jonas. A porta de seu preconceito contra os Ninivitas. Jonas foi lá e quis arrombar a porta que Deus fechou…resultado? Deus fechou novamente, pois deveria permanecer fechada.

Agimos muitas vezes como Jonas. Não seria melhor deixar a porta fechada e encontrar aquela que Deus tem mantido aberta para nós?

Não creio que determinar a Deus a abertura de portas,como é feito por muitos, seja correto. Precisamos pedir a Deus que mantenha fechadas as portas que devem ficar fechadas, mesmo que isto custe a nós algum sofrimento, pois, afinal, Deus é quem sabe quais são as portas que devem estar abertas e aquelas que devem permanecer fechadas. Confiamos ou não em Deus?

O que aconteceria conosco se entrássemos pelas portas que Deus fechou?

“Atenta para as obras de Deus, pois quem poderá endireitar o que ele torceu?” (Eclesiastes 7.13)

Autor desconhecido, recebido por e-mail.

Exalando o perfume de Deus

27.05.2010

“porque para Deus somos o aroma de Cristo entre os que estão sendo salvos e os que estão perecendo.”
I Co 2:15

Aquele que se separa para Deus deixa Ele assumir o controle de sua vida, se entrega todos os dias a Ele e deixa o Espírito Santo o purificar para fazer dele nova criatura. Quando nós fazemos a vontade do Pai e vivemos de acordo com sua Lei, não por obrigação, mas por amor dele, nós começamos a exalar a doce essência do Pai. Ás vezes nós não precisaremos dizer nada para ganhar uma pessoa para Jesus, só de você exalar o doce aroma de Cristo e aquele aroma a envolver ela vai querer ter isso que você tem, comunhão com o Espírto Santo.

Quem nunca se deparou com pessoas na rua olhando para você sem nenhum motivo aparente ? Pois é, elas estão vendo algo de diferente em você, e também estão sentindo um perfume diferente que você está exalando, e esse perfume é diferente do que ela sente todos os dias é um perfume agradável e majestoso, é o perfume da essência de Deus.

Autor desconhecido, recebido por e-mail.

Paz.

Vinho novo e as Macedônias

25.05.2010

“Quando se acha vinho num cacho de uvas, dizem: Não o desperdices, pois há bênção nele.” (Isaías 65:8)

Muitos anos atrás, Charles E. Welch e esposa, jovens ainda, aceitaram o chamado para trabalhar num campo missionário da África. Durante o exame médico da esposa, entretanto, descobriu-se que ela não suportaria um clima quente e úmido sem pôr em risco a sua saúde. O chamado foi cancelado. Frustrado, mas decidido a servir ao Senhor em algum outro setor, o marido começou a procurar maneiras de ganhar dinheiro para que ele e sua esposa pudessem contribuir na disseminação das boas novas da salvação em terras estrangeiras.

Antes do desapontamento, Thomas B. Welch, pai daquele jovem, dentista e abstêmio, havia feito experiências no sentido de evitar que o suco da uva fermentasse. Ele cria que o uso do vinho na Santa Ceia era incompatível com o ensino bíblico acerca das bebidas alcoólicas.

Charles, então, assumiu as experiências de seu pai e dedicou tempo e energias a esse projeto. Oportunamente, ele obteve sucesso além das expectativas. O casal Welch contribuiu com milhares de dólares para as missões estrangeiras a partir da venda do famoso Suco de Uva Welch.

Uma coisa parecida aconteceu com os primeiros missionários que levaram o evangelho à Europa. Você recorda: Paulo e Silas haviam decidido ir para a Bitínia, uma região situada onde agora está o noroeste da Turquia, mas quando tentaram ir, “o Espírito de Jesus não o permitiu” (Atos 16:7).

Talvez nunca cheguemos a compreender todas as razões que o Espírito Santo tinha para impedi-los de ir para a Bitínia, mas daí, quando consideramos a colheita de almas na Macedônia por terem obedecido à voz do Espírito, é possível que comecemos a entender.

Você já passou pela experiência de ver um plano seu fracassar, um plano que aparentemente estava em harmonia com a vontade de Deus, para depois descobrir que Ele tinha outra coisa em mente para a sua vida? Diz a Inspiração que “nossos planos são com freqüência frustrados, a fim de que sejam cumpridos os planos de Deus a nosso respeito”. – A Ciência do Bom Viver, pág. 473.

Sim, podemos ter nossas Bitínias, mas Deus tem as Suas Macedônias.

Extraído do site: http://www.jesusvoltara.com.br

Paz.

Escrito ao som de: Underoath

Mantenha acesa a chama

12.05.2010

Esses dias, vi na TV uma reportagem sobre a tocha olímpica e não pude deixar de compará-la à vida espiritual do cristão e de referir-me à primeira parte do versículo 20 no capítulo 26 de Provérbios, “[s]em lenha o fogo se apaga”.

A tocha olímpica é um símbolo profano. Ela evoca a lenda grega de Prometeu, que teria roubado o fogo de Zeus para entregá-lo aos mortais; e razão por que se deve manter acesa em todo o tempo. No entanto, principalmente nos jogos da era moderna, sua simbologia está associada ao vigor e energia do fogo e, por conseguinte, ao pulso da vida. A chama não pode se apagar.

O próprio manejo da tocha, durante as Olimpíadas, representa essa idéia: o fogo sai da cidade de Olímpia (onde é aceso meses antes, em cerimônia especial) e é levado ao local de realização dos jogos. Geralmente atletas se revezam no seu transporte, mas já houve o caso da utilização de outros meios, como um barco, na travessia do Canal da Mancha, nos Jogos de 1948, um avião para levá-la a Helsinque, em 1952, e um cavalo, nas provas de Estocolmo, nos Jogos de 1956.

Esse aspecto tem a ver conosco justamente no fato de que o cristão, do mesmo modo, deve manter acesa a chama de Cristo em seu coração, o que, por sua vez, faz intrínseca referência ao versículo de Provérbios: a única maneira de o lograrmos é colocando “lenha” constantemente no fogo da nossa fé.

Isso nem sempre é fácil. Temos a tendência a esfriarmo-nos muito rapidamente diante dos percalços da existência ou dos desafios que requerem um pouco mais da nossa busca. Daí a importância de nos empenharmos na oração, na leitura da Palavra, na prática do jejum. Elas não apenas funcionam como combustível para produzir o fogo, mas como verdadeiros “gravetos” espirituais em sua manutenção. Certamente, mais importante que acender o fogo é manter a chama acesa.

No amor do Pai,

Autor: Ap. Rina
Recebido após cadastro no site da igreja Bola de neve

Escrito ao som de: Oficina G3

Clame a Deus na angústia

05.05.2010

O texto desta mensagem encontra-se no capítulo 102 do Livro de Salmos, cujos versos 1 e 2 expressam o seguinte: “Ouve, Senhor, a minha súplica e cheguem a ti os meus clamores. Não me ocultes o rosto no dia da minha angústia; inclina-me os ouvidos no dia em que eu clamar e dá-te pressa em acudir-me”. Esse trecho exemplifica um momento de angústia do salmista, mas também um instante de esperança em Deus.

Todos temos os nossos dias de angústia, aqueles em que uma má notícia bate à porta, em que o telefone toca com palavras que não queríamos escutar, os dias em que a vida parece nos estar pregando uma peça. Há outras angústias, também, as que ocorrem quando nos sentimos incompreendidos e desvalorizados. É comum, por exemplo, que as pessoas em quem mais confiamos sejam as que mais nos machucam. Esses momentos certamente roubam a nossa alegria, deixando-nos abatidos, com um peso sobre as costas que, por vezes, chegam mesmo a impedir a nossa caminhada.

Nesses momentos precisamos ser acudidos por Deus, precisamos ver a sua graça se manifestar a ponto de transformar o nosso estado de espírito, de modo a que a esperança brote novamente no nosso coração. Mas é preciso clamar. É necessário uma atitude semelhante à do salmista, de súplica diante do Altíssimo e exposição, sem restrições, de tudo o que nos perturba e deve ser mudado.

Afinal, as angústias não podem durar para sempre e poderão ter uma vida ainda mais curta se atentarmos para o que a Bíblia ensina. Quando clamamos, voltamo-nos para Deus, entendemos o quanto somos importantes e amados e, naturalmente, começamos a ter uma ótica diferenciada, começamos a nos enxergar como Deus nos enxerga e dar a nós mesmos o valor que Ele nos dá.

Deus nos ensina a considerarmos a nós mesmos como seus filhos, como pessoas especiais, cheias de dons e talentos, o que talvez não conseguíssemos quando na dependência do reconhecimento humano. Pense, então, que o seu clamor vai produzir aquilo de que realmente necessita, a palavra do céu, que lhe trará a verdadeira alegria. Ela certamente vai transformar o seu viver.

Em Cristo,

Ap. Rina

Recebido por e-mail após cadastro no site da igreja Bola de Neve

Escrito ao som de: Davi Silva