Seja bem-vindo ao JC na veia. Um lugar onde a música gospel é levada a sério. Você também encontrará versículos, mensagens, filmes e atualidades.

Acontece por aí – Sexta edição

01.09.2010

Engraçado como algumas semanas ficam cheias de coisas acontecendo e outras são bem paradas. Esta é uma edição cheia de coisas boas – minhas recomendações ficam com “Horário eleitoral gratuito”, “O maior doador de sangue de todos os tempos!”, “The Man Named Hell – The Showdown” e a versão ao vivo da música White Washed.

O que tem a ver falar em línguas com beijo de línguas entre garotas? Pergunte a Katy Perry !
Curiosidades bíblicas
Premiere do vídeo The Man Named Hell – The Showdown
Wallpaper Notas da Adoração
Esforça-te e tem bom ânimo
Wallpaper Kombi Bola Radio – Rádio da igreja Bola de Neve
O maior doador de sangue de todos os tempos!
Horário eleitoral gratuito
Myspace da banda August Burns Red com a música White Washed numa versão ao vivo
Ninguém respeita os mais velhos neste planeta

Paz.

Escrito ao som de: August Burns Red

Acontece por aí – Quinta edição

25.08.2010

E trazemos hoje a quinta edição da nossa coluna “Acontece por aí”. Hoje trago alguns links marcados como “OFF”, que não são necessariamente assuntos bíblicos ou voltados à música gospel, mas são, no mínimo divertidos. A dica da semana fica com a nova música do “The Showdown” no PureVolume, o clipe do Viktory e a tirinha do Otto e Heitor, ótimos como sempre.

Nova música do The Showdown – “The man named Hell” no purevolume
Livin It – Viktory – Clipe
Dá para segurar?
[OFF] Eita japonês ninja… O melhor é o que ele fala no final…
Wallpapers Bíblicos da semana
Nos bastidores do Éden – Não quero insultar ninguém, é apenas uma piada…
[OFF] Para quem curte esportes radicais – A mega rampa e 2 pequenos acidentes
Eric E “Rep the King” – Clipe

Espero que tenham gostado. E não se esqueçam, caso tenham sugestões, nos avisem.

Paz.

Escrito ao som de: Viktory, Eric E

Acontece por aí – 4ª edição

18.08.2010

A 4ª edição de uma coluna que está muito legal de fazer. Obrigado a todos que têm acessado o blog. Minha dica fica com: “Carlos Whittaker é um péssimo pai” e “Eva precisa de mãe?”.

A, e dê uma pesquisada no blog e conheça um pouco mais sobre o trabalho de Carlos Whittaker.

Que caminho escolher?
Tipos de crente 2
Novo site do David Quinlan
Jesus não era cristão!
Wallpapers – The Showdown
Conheça a banda Number One Gun
Eva precisa de mãe?
O abominável homem das neves se converte
Carlos Whittaker é um péssimo pai
O almoço

Paz.

Escrito ao som de: Brooke Fraser

Marcha para Jesus em Guarulhos

06.08.2010

Realmente a AW Produções, não para, devido ao grande sucesso do trabalho que a empresa prestou esse ano na Marcha para Jesus de S. Paulo e de Itapevi, agora é a vez da Prefeitura Municipal de Guarulhos contratar a AW Produções para produzir a segunda maior Marcha do Estado de São Paulo.

A Sétima Edição da Marcha para Jesus de Guarulhos desse ano acontecerá dia 21 de agosto com saída às 13 horas pela Av. Paulo Faccini no Bosque Maia, indo em direção do Parque Transguarulhense, onde acontecerá um mega show com os principais nomes da música gospel nacional.

Passarão pelo palco as seguintes bandas: Irmão Lázaro, Andre Valadão, Fernandinho, Renascer Praise, Além do Véu, FLG, Marcelo Aguiar, Gabriela Rocha, Ronaldo Bezerra, Ao Cubo, Paulo Rogério e DJ Alpiste.

Uma mega estrutura está sendo montada para o evento já que a Sétima Edição da Marcha para Jesus na cidade, desse ano também faz do calendário oficial de Celebração dos 450 anos da cidade de Guarulhos.

Expediente:

Data: 21/08/2010
Saída: Av. Paulo Faccini – Bosque Maia
Horário: 13 horas
Concentração: Pq. Transguarulhense
Bandas: Irmão Lázaro, Andre Valadão, Fernandinho, Renascer Praise, Além do Véu, FLG, Marcelo Aguiar, Gabriela Rocha, Ronaldo Bezerra, Ao Cubo, Paulo Rogério e DJ Alpiste.
Informações: (11) 4108-1217

Site: www.marchaparajesusguarulhos.com.br
Twitter: www.twitter.com/MarchaGuarulhos

Promoção: Prefeitura Municipal de Guarulhos

Fonte: AW Produções

O que acontece por aí… Segunda edição

04.08.2010

E continuamos com a segunda edição da coluna “O que acontece por aí”, com fatos diversos que nos chamaram a atenção durante a última semana.

Engraçados ou tristes, musicais ou sérios, leia todos.

Humor cristão simples e engraçado
Wallpapers da banda Ivoryline
O céu é meio longe
E se Deus tivesse batido um fone para a Eva?
Jovem cristão é preso por possuir um exemplar do Novo Testamento
Novo cd do Lecrae

Espero que tenham gostado.

Paz.

Escrito ao som de: Mychildren Mybride, Fair, Advent

O que acontece por aí… Primeira edição

28.07.2010

Estamos criando esta nova seção no site, que sairá toda quarta-feira e se chama: o que acontece por aí. Pretendo nesta seção falar sobre coisas interessantes que vi na internet e mostrar para vocês.

Começo apresentando conteúdo de blogs que aprendi a admirar pela seriedade e qualidade do trabalho dos caras.

Banda da semana – The Showdown
Bom tesouro – Você tem investido nele?
Mãe, posso fazer lição vendo TV?
O Banco – O lugar das decisões
O que fazer para agradar a Deus

Espero que tenham gostado.

Paz.

Escrito ao som de: The Showdown

Um dos fundadores do Hamas converte-se ao Cristianismo

18.05.2010

Filho do hamas - Mosab Hassan YousefEm 1987, o xeque palestino Hassan Yousef foi um dos sete fundadores do Hamas, grupo extremista islâmico que atua na Cisjordânia e na Faixa de Gaza. Os radicais da organização já comandaram 350 atentados contra israelenses provocando mais de 500 mortes. Seu filho, Mosab Hassan Yousef, 32 anos, é o autor do livro Filho do Hamas (Sextante), que chegou às livrarias brasileiras na semana passada. Na obra, revela como colaborou para o serviço secreto israelense, o Shin Bet, e explica por que converteu-se ao cristianismo. Yousef conversou com o repórter Duda Teixeira, pelo telefone, de Nova York.

Seu pai é um imã. Ele pregava o Islamismo nas mesquitas e ajudou a fundar o Hamas. O que o levou a converter-se ao Cristianismo?

Depois de ser preso pelos soldados israelenses por porte de armas, em 1996, fui levado à prisão em Megiddo, Israel. Dentro do prédio, os detentos eram divididos segundo a filiação. Havia a ala do Hamas, que era a maior, a do Fatah, a da Jihad Islâmica e outras. Eu fiquei na do Hamas. Do interior das celas, testemunhei o que os integrantes do grupo faziam com seus próprios colegas. Quando os líderes do Hamas suspeitavam que um dos nossos estivesse dando informações aos israelenses, eles o torturavam. Havia interrogatórios diários. Isso fez com que eu repensasse alguns conceitos. Era um grau de brutalidade que nem mesmo os israelenses tinham conosco. Saí da prisão um pouco desnorteado. Mais tarde, comecei a estudar a Bíblia com amigos. O livro falava em “amar os seus inimigos”, o que fez todo sentido para mim.

Quem eram os torturadores? Como eles procediam?

Eram os homens que integram o braço de segurança do Hamas. Quando iam punir alguém, esvaziavam uma cela e ligavam a televisão em volume bem alto para que os outros não ouvissem os gritos de desespero. Na falta de uma televisão ou rádio, começavam a rezar bem alto. Então, colocavam agulhas embaixo das unhas dos suspeitos. Derretiam embalagens plásticas e as colocavam sob a pele das pessoas. Queimavam cabelos e pelos. Eram sessões de aproximadamente meia hora. Às vezes, impediam o interrogado de dormir por vários dias. Entre 1993 e 1996, dezesseis pessoas foram mortas pelo Hamas em prisões israelenses. Sob tortura, as vítimas confessavam as coisas mais absurdas. Como eu digitava rápido, fui chamado para redigir muitos desses depoimentos. Era loucura. Depois, entregavam as confissões para os familiares. Caso o detento fosse solto, seus parentes e amigos passavam a evitá-lo. A vida social dele acabava.

O Hamas continua usando as mesmas práticas?

Provavelmente, mas não na mesma intensidade como no passado. Meu pai esteve detido em Megiddo e coibiu muito as torturas. Ele mudou o jeito de pensar daqueles homens. Mas o Hamas continua praticando-as. Quando pensam que alguém colabora com Israel, torturam e matam. É isso o que está acontecendo na Faixa de Gaza agora. Ao contrário do que diz o Hamas, Israel não é o principal inimigo dos palestinos, e sim os próprios palestinos.

Um dos principais desafios do mundo hoje é conseguir que o Hamas participe das negociações de paz. Existe a possibilidade de o grupo sentar-se com os rivais do Fatah e com o governo de Israel para conversar?

Os líderes do Hamas até podem dizer que buscam uma solução e dizer que abrem mão de Jerusalém como capital. Mas eles não manterão a palavra simplesmente porque o Deus deles não permite isso. É um bloqueio religioso. O Hamas não reconhece Israel. Ponto. O Corão diz que os israelenses são macacos e porcos. Toda vez que algum representante do grupo obtem algum progresso, esbarram no muro da ideologia ou no da religião.

Agora que você se converteu ao cristianismo, como enxerga as diferenças entre o Corão e a Bíblia?

Não é justo comparar os dois livros. O Corão está cheio de ódio, de ignorância, de erros. Não tem ética. É um livro doente que deveria ser banido das escolas, das bibliotecas, das mesquitas. A Bíblia, por outro lado, tem Jesus Cristo, que foi perseguido, torturado, e mesmo assim continuou amando as pessoas e seus opressores. Os dois livros têm deuses completamente diferentes. Um, o do Islã, é o do ódio. O deus da Bíblia é o do amor. Muitas coisas que fiz durante o meu trabalho com o Shin Bet foram inspiradas pelos ensinamentos de Jesus Cristo. Tenho um amor incondicional por ele. Cristo é o meu herói.

Mas a Bíblia também foi usada para justificar torturas e mortes durante a Inquisição, por exemplo.

Ok… Mas essas coisas foram feitas por pessoas que não entenderam a principal mensagem da Bíblia. Não compreenderam as falas de Jesus Cristo, que é o nosso maior exemplo. O amor incondicional de Jesus não é um capítulo separado do livro, mas sua principal mensagem.

Você não teme promover o ódio entre religiões e se tornar um fundamentalista cristão?

Eu sei quais são as minhas responsabilidades. Não quero promover uma rixa entre religiões. Eu amo os muçulmanos. Falo com eles com carinho. Mas preciso ajudar a consertar a religião deles. Ser forte e dizer a verdade, mesmo que isso possa causar confrontações. No mais, não há o risco de eu incitar uma guerra religiosa porque isso já acontece no Oriente Médio. Não seria algo novo.

Fonte: Veja.com