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Apesar dos problemas

17.06.2010

Precisamos aprender a curtir a vida, apesar dos problemas. Afinal, todos nós enfrentamos situações difíceis na vida e, se deixarmos para desfrutar somente dos momentos bons da vida, vamos acabar desperdiçando uma boa parte dela que são os períodos em que enfrentamos algumas provações. Deus quer usar essas situações difíceis que enfrentamos para nos fazer olhar numa nova perspectiva e tirarmos boas lições dali.

Muitas pessoas tem a ideia errada, de que, quando acabarem seus problemas, serão felizes. Mas nunca acabaremos com todos os problemas enquanto estivermos vivos. Alegria é aprender a desfrutar a vida apesar dos problemas. Alegria não é a ausência de sofrimento, mas, presença de Deus! Por isso podemos nos alegrar mesmo em meio ao sofrimento, pois Deus está conosco!
Não importa se é um problema que você mesmo causou. A perspectiva certa é que é um problema que Deus permitiu. Se você é um cristão, então o acaso é uma palavra riscada de seu dicionário, nada em sua vida entra por acidente. No lugar de acaso, em seu dicionário, existe a palavra propósito.

A Bíblia diz que os sofrimentos produzem a perseverança (ou a paciência), no entanto, isso não acontece automaticamente.
Algumas pessoas se tornaram pessoas mais dóceis e amáveis depois que passaram por tribulações. Mas nem todas são assim. Outras não aprenderam nada dessas situações, e, ao invés de saírem mais dóceis e mansas, se tornaram amargas, tensas, iradas e nervosas. A diferença está na atitude. A atitude certa diante dos problemas, é a de querer aprender algo e decidir ser feliz, mesmo no meio dos problemas (Romanos 5:3).

Não é porque seu marido lhe deixou que agora você tenha que se atirar de cima e uma ponte. Não é porque você perdeu o emprego que agora você vai se julgar o pior profissional do mundo. Não é porque você está doente que a vida tem que perder a graça para você. Não estou falando para você ser feliz por causa do problema, mas, no meio do problema! Não estou dizendo que você tenha que forçar um sorriso. Até porque sorrir não significa ser feliz. Jesus mesmo diz que alguém pode até chorar e ser feliz (Mateus 5:4).

Não deixe que os problemas te tornem uma pessoa amarga ou azeda. Dê um fim no mau humor e encare os problemas da perspectiva de Deus. Aprenda com os problemas e tire boas lições de situações difíceis da vida. Afinal, no meio dessas situações difíceis, Deus está lá também! Ele não te abandonou.

São nesses momentos que você mais aprende sobre o amor e a proteção de Deus na sua vida. Em Isaías 43:2 está escrito “Quando passares pelas águas, estarei contigo, e quando passares pelos rios, eles não te submergirão.

Anésio Rodrigues
Pastor da Comunidade Carisma localizada em Osasco.

Extraído do blog Suplemento Cristão

Escrito ao som de: Nada

Mulher ou homem, todos podemos ser amigos do Senhor

16.06.2010

Assistindo a uma reportagem sobre o time feminino (campeão) do Santos Futebol Clube, pensei no papel da mulher na sociedade atual e de como ela vem conquistando cada vez mais o seu espaço. Pensei também na mulher do Antigo Testamento, de como a sua condição era diferente e, imediatamente, lembrei-me do tratamento de Jesus à mulher. A propósito, isso nos leva, mais uma vez, a considerar a contemporaneidade da Bíblia e a aplicabilidade de sua mensagem a quaisquer assuntos da época presente. Consideremos, então, o pensamento de Jesus sobre a mulher.

No Evangelho de Lucas é descrito o episódio em que Jesus, ao visitar um certo povoado, hospeda-se na casa de Lázaro e sua irmãs, Marta e Maria, e essa última senta-se no chão, aos pés dele, para ouvir-lhe os ensinamentos (Lc 10: 38-42). Nessa passagem, em particular — há várias outras em que o Senhor demonstra a importância da mulher no seu ministério —, Jesus valoriza o aspecto intelectual da mulher. Numa época em que o conhecimento era tão restrito a essa classe, a possibilidade de ouvir as lições que o Mestre tinha a ensinar significava para Maria muito mais do que o acesso à instrução; era o reconhecimento de sua condição de pessoa.

E, por sua vez, isso demonstra o caráter de Cristo de apresentar-se acessível a uma mulher tanto quanto o faria a um estudioso da sinagoga, dispensando-lhe um tratamento digno e individual; e que pode ser estendido para quem estiver disposto a ouvi-lo. A simplicidade de Cristo permite-lhe não apenas transmitir a sua sabedoria — pois, Jesus é versado em todas as ciências! —, como revelar os segredos do seu coração, suas experiências com Deus, e o próprio Deus, a quem manifestar interesse. Jesus recebe a cada um assim como é, e expressa-se da mesma forma para com todos.

É, portanto, coerente pensar que todos temos acesso ao Senhor e que ele valoriza aquilo que somos, por mais insignificante que possa representar para os que nos são próximos, os grupos sociais aos quais pertencemos ou (inclusive) para nós mesmos. Contrariamente a apontar os nossos defeitos, Jesus enxerga os talentos e o potencial que há em cada um, tratando-nos como a indivíduos e respeitando-nos também na relação que desenvolvemos com os padrões sociais, históricos ou culturais do contexto em que vivemos. O melhor, então, é não perder tempo e atentar para tudo o que ele tem a dizer.

Fique na Paz

Autor: Ap. Rina

Recebido após cadastro no site da igreja Bola de neve

Escrito ao som de: Manafest

Fantasias de amor

15.06.2010

Gostamos de nos fantasiar. E gostamos pelo simples fato de que apatrechos que distorcem a nossa aparência são suficientes para esconder todos aqueles erros que compõe o que temos coragem de chamar “caráter”. Podemos fazer o que quisermos se estivermos fantasiados.

Fantasias podem ser das mais variadas formas e gêneros. Fantasias de festa são aquelas que usamos para nos divertir, fazer concursos e dançar um pouco. Essas escondem nossos rostos corados de vergonha. Mas o problema das fantasias é que na maioria das vezes não é pelo corar do rosto que as usamos.

Usamos fantasias em nossas expressões, quando dizemos “tudo bem”, usamos fantasias em nossos gestos em nossos abraços “fraternos”, usamos fantasias em nossa índole quando executamos um papel em tal parte da sociedade, que achamos que não nos receberia bem se vissem quem somos.

Mas fantasias caem, se destroem ou precisam ser removidas hora ou outra e é quando uma dessas coisas acontece que vemos como as pessoas são. E na Bíblia podemos ver algumas fantasias caindo. Um desses relatos é contado pelo profeta Ezequiel:

Eles vêm a ti, com o povo costuma vir, e se assentam diante de ti como meu povo, e ouvem as tuas palavras, mas não as põem por obra; pois, com a boca, professam muito amor, mas o coração só ambiciona lucro. Ez 33.31

Talvez você já tenha visto essa cena em uma sala de aula. Os alunos chegam na sala de aula e ficam em silêncio somente pelo balbuciar do professor. Eles olham e até meneam a cabeça afirmativamente, como se concordassem com tudo o que o professor diz. Mas o que não vemos são as mensagens sobre outros assuntos sendo repassadas por debaixo da carteira ou a cola no momento da prova.

A questão é que aqueles alunos estão ali somente pela nota. Eles não se importam se aprenderão ou não algo, somente querem ser aprovados, porque isso implicitamente lhes aponta que terão um emprego, que pagará seus luxos e abusos no futuro. A mesma história se repete no emprego, quando ouvimos nossos chefes e adulteramos ou fazemos de mal-grado os projetos.

Somos assim com Deus.

Vamos na igreja e nos disfarçamos de bons homens ou mulheres. Aprovamos aquilo que o pregador diz e até incentivamos sua prática, isso quando não chegamos ao ponto máximo do hipócrita: apontamos o erro de outros que não procedem daquela forma. Mas chegamos na rua e negamos alimento aos necessitados, em casa negamos o amor aos filhos, esposa ou aos irmãos e no trabalho negamos a honestidade.

A verdade é que temos somente aparência de amor, aparência de caridade, aparência de verdade. Usamos fantasias de amor, mas não “ousamos” praticá-lo, porque ele não cairá bem aos nossos propósitos. Queremos o dinheiro, não o trabalho, queremos a autoridade, não o relacionamento, queremos o prazer, não o carinho.

Queremos e gostamos de uma mentira, vivemos e aprovamos a hipocrisia, porque amamos nossas fantasias. E, assim como o povo de Israel, nos tempos de Ezequiel, queriam e esperavam somente os lucros das profecias, nós também só queremos usar o amor para alcançar aquilo que mais desejamos: poder, autoridade, dinheiro e prazeres.

E Deus ano após ano quer nos dizer que paremos de nos fantasiar. Que paremos de usar nossos reflexos como espelhos para nós mesmos, como se fôssemos bons. Ele deseja te perdoar e me perdoar não pelo que fingimos ser, mas deseja perdoar-nos pelos nossos erros verdadeiros.

Não use fantasias de amor ou piedade, mas se confesse sem fantasias ou mentiras à Cristo e Ele não lhe dará uma fantasia de Salvação, mas sim uma Salvação e Vida Eterna reais.

Que Deus o abençoe!

Paz.

Extraído do site http://pequenomestre.wordpress.com

Ver Deus como Ele é

14.06.2010

“E tinham couraças como couraças de ferro; e o ruído das suas asas era como o ruído de carros, quando muitos cavalos correm ao combate. E tinham caudas semelhantes às dos escorpiões, e aguilhões nas suas caudas; e o seu poder era para danificar os homens por cinco meses.
E tinham sobre si rei, o anjo do abismo; em hebreu era o seu nome Abadom, e em grego Apoliom. Passado é já um ai; eis que depois disso vêm ainda dois ais. E tocou o sexto anjo a sua trombeta, e ouvi uma voz que vinha das quatro pontas do altar de ouro, que estava diante de Deus, A qual dizia ao sexto anjo, que tinha a trombeta: Solta os quatro anjos, que estão presos junto ao grande rio Eufrates.
E foram soltos os quatro anjos, que estavam preparados para a hora, e dia, e mês, e ano, a fim de matarem a terça parte dos homens. E o número dos exércitos dos cavaleiros era de duzentos milhões; e ouvi o número deles.
E assim vi os cavalos nesta visão; e os que sobre eles cavalgavam tinham couraças de fogo, e de jacinto, e de enxofre; e as cabeças dos cavalos eram como cabeças de leões; e de suas bocas saía fogo e fumaça e enxofre. Por estes três foi morta a terça parte dos homens, isto é pelo fogo, pela fumaça, e pelo enxofre, que saíam das suas bocas.
Porque o poder dos cavalos está na sua boca e nas suas caudas. Porquanto as suas caudas são semelhantes a serpentes, e têm cabeças, e com elas danificam. E os outros homens, que não foram mortos por estas pragas, não se arrependeram das obras de suas mãos, para não adorarem os demônios, e os ídolos de ouro, e de prata, e de bronze, e de pedra, e de madeira, que nem podem ver, nem ouvir, nem andar.” (Apocalipse 1:9-20)

Temos a tendência de nos considerar “gente boa”. Tratamos o vizinho com respeito, trabalhamos com honestidade e até fazemos a leitura diária da Bíblia. É de se esperar que Cristo morresse por pessoas boas, como nós! Mas quando pensamos assim, não estamos nos vendo da forma como Deus nos vê. E, mais importante ainda, não enxergamos a Deus como Ele realmente é. A visão que João tem do Senhor, descrita no Apocalipse, leva-o a cair a seus pés “como morto”, porque João viu a maravilhosa grandeza do Senhor.

Num mundo que tenta diminuir a Deus e promover o “eu” (e tudo relacionado ao “eu”), é importante que nos lembremos da grandeza de Deus. Às vezes, até mesmo o culto é mais dirigido às pessoas do que a Deus. Ficamos maravilhados com a música e os cantores; admiramos a eloqüência do pastor e acabamos por tratar a Deus conforme nos convém. Assim como um cartão de crédito, que pode estar ao nosso dispor quando dele precisamos, achamos que temos “crédito” com Deus, por isso, Ele está lá, disponível, para quando quisermos, ou para quando dele necessitarmos.

Se é assim que enxergamos a Deus, certamente não o amamos de verdade. Somente quando formos mais humildes e nos maravilharmos diante da sua grandeza é que poderemos amá-lo com sinceridade.

Pense:
O mistério é um Deus tão grandioso e maravilhoso habitar em nosso meio e, às vezes, nem o notarmos.

Ore:
Deus Soberano Eterno, nos humilhamos diante da tua grandeza e majestade. Sabemos do teu amor e graça, mas perdoa-nos, Pai, quando te tratamos com falta de respeito. Por amor de Jesus. Amém.

Cada Dia – www.lpc.org.br
Extraído de: www.lagoinnha.com

Paz.

Escrito ao som de: Silêncio

O que é já foi e o que será, também!

10.06.2010

O texto da mensagem de hoje é bastante intrigante. Ele compõe o versículo 15 do terceiro capítulo do Livro de Eclesiastes e diz o seguinte: “O que é já foi, e o que há de ser também já foi; e Deus pede conta do que passou”. Esse texto desperta o nosso interesse porque, à primeira vista, parece não fazer sentido. Como poderiam as coisas futuras, assim como as passadas, já terem acontecido?

Um comentário de John Wesley sobre essa passagem (disponível no sítio de internet: //wesley.nnu.edu) expressa que as coisas passadas, presentes e futuras são estabelecidas por uma ordem constante em todas as partes e eras do universo. De acordo com Wesley, há um retorno contínuo no movimento dos corpos celestiais, das estações do ano e na sucessão das gerações de homens e animais, em que tudo ocorre com o mesmo padrão. Esse pensamento é complementado por Ray C. Stedman (www.raystedman.org), em sua afirmação de que, em decorrência disso, há a repetição das mesmas lições para todo ser humano.

Por isso a segunda parte do versículo: Deus requer de volta aquilo que já passou, ou seja, Deus faz o que já passou retornar e isso implica em darmos conta do que fazemos. Há que se pensar, por exemplo, que, se o movimento das coisas é cíclico e isso inclui os nossos erros, teremos os mesmos tipos de colheita do que plantamos até que produzamos frutos de qualidade. E supõe-se que ninguém deseja errar a vida toda.

De fato, esse versículo é um desafio à consciência e ao empenho em viver de modo a não repetir os mesmos erros; o que faz desta mensagem também um incentivo para tanto. Se vamos passar por testes, que busquemos a aprovação em todos, de modo a que a nossa estada na terra não seja em vão.

Primeiro, há que se pensar na efemeridade da existência. Deus estabeleceu o homem tendo como parâmetro a eternidade. Assim, comparada com ela, nossa passagem por este mundo é, no mínimo, breve e não devemos desperdiçá-la com coisas que nos trarão prejuízos.

É sabido, por exemplo, que os maiores danos a uma pessoa são causados pelos vícios (o alcoolismo, as drogas, o jogo, a pornografia, o consumismo), por uma saúde debilitada, por finanças mal-administradas e relacionamentos degenerados, que desarmonizam o convívio de lares, locais de trabalho, lazer e até mesmo igrejas.

E é preciso buscar com urgência a remissão do nosso tempo. É preciso aproveitar ao máximo as oportunidades de aprendizado e, principalmente, de prática dos ensinamentos de Cristo, certamente o modelo de procedência para todo ser humano. Não podemos nos esquecer dos termos eternos em que se dão os valores espirituais, nem da balança com que todos seremos medidos. Afinal, o futuro também já passou.

Autor: Ap. Rina
Recebido após cadastro no site da igreja Bola de neve

Escrito ao som de: Toby Mac

Pensamentos sobre o relacionamento com Deus

09.06.2010

É uma caminhada longa, uma jornada árdua. Não há facilidades, nem deve haver neste mundo, pois a ele não pertencemos. Ainda que saibamos o fulgor e a plenitude maravilhosa da recompensa, a jornada continua difícil. Ainda que entendamos o que nos está reservado, conectando nossa mente, nosso coração com o Alto e Poderoso Mestre, nossos pés ainda tocam o chão, e nessa interação muitas atitudes vêm nos prejudicar. Desejos, futilidades, coisas que sabemos não nos serem necessárias mas, que mesmo assim, por nosso contato com o temporal, com o mutável, com o caído, acabam por nos fazer, em certas circunstâncias, empregar forças até excessivas num combate atroz.

Muitos acontecimentos cercam a vida dos que confiam na promessa Divina, dos que o buscam com a devoção de quem realmente não tomaria outro caminho, mesmo que se lhe aparentasse (como quase sempre se parece) muito mais agradável e adequado. Sim, viver em Cristo é maravilhoso, mas não é fácil.
A compreensão do Seu amor para conosco, e a constante assimilação e entendimento deste amor, a devoção a este amor nos levam diariamente a um contato mais próximo com o próprio Amor, o próprio Deus. É maravilhoso, indescritível eu diria, sermos, além de resgatados de um caminho que findava em trevas e horror absolutos, levados a um contato pleno e profundo com o Criador.

Quanto maior nossa imersão neste oceano de amor verdadeiro, quanto mais constante nosso relacionamento com o Pai, maior a distância que nossos pés tomarão do chão. Não sairemos deste mundo, por enquanto, mas, pela constante ação regeneradora e abençoadora do Santo Espírito, seremos livres do mal, dos males que corrompem e destroem a sociedade, a humanidade, e que tentam macular os que já foram lavados pelo precioso sangue do Cordeiro.

Extraído com orgulho do LHDBlog.

Paz.

Escrito ao som de: HB

A misericórdia faz bem

08.06.2010

Em um dos sermões mais importantes (e belos) de seu ministério, o “Sermão da Montanha”, Jesus discorre acerca da misericórdia: “Bem-aventurados os misericordiosos, porque encontrarão misericórdia” (Mt 5: 7).

Esse versículo distingue-se dos demais pela associação do encontro da misericórdia à sua própria prática, sendo que quem o faz é, então, muito feliz, um sinônimo para o termo “bem-aventurado” — de fato, esse termo faz referência a um outro título do sermão de Jesus, também conhecido como “Sermão das Bem-Aventuranças” ou, simplesmente, “Bem-Aventuranças”.

Isso é interessante de se pensar. No mundo egoísta em que vivemos, no qual se sobressai a lei do “toma lá dá cá”, é bom lembrarmos que, nesse caso, vale a pena “agir por interesse”. É no exercício da misericórdia, que inclui a compreensão, a aceitação e a paciência, especialmente com relação às pessoas que nos são próximas, a fim de que possamos receber os mesmos sentimentos.

Nesse caso, é válida a idéia de que o perdão pode apagar todas as mágoas, que um olhar terno da nossa parte pode dissipar possíveis sentimentos de culpa, que um elogio pode diminuir o peso de um dia ruim para o outro, que palavras brandas e abençoadoras podem aplacar a raiva, desfazer mal-entendidos, libertar um perdido, e que, por mais que nos custe (visto que em qualquer circunstância), o amor de nossa parte pode ser transformador dos nossos relacionamentos. E como a Palavra de Deus não mente…

Autor: Ap. Rina
Recebido após cadastro no site da igreja Bola de neve

Escrito ao som de: Nada