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Ver Deus como Ele é

14.06.2010

“E tinham couraças como couraças de ferro; e o ruído das suas asas era como o ruído de carros, quando muitos cavalos correm ao combate. E tinham caudas semelhantes às dos escorpiões, e aguilhões nas suas caudas; e o seu poder era para danificar os homens por cinco meses.
E tinham sobre si rei, o anjo do abismo; em hebreu era o seu nome Abadom, e em grego Apoliom. Passado é já um ai; eis que depois disso vêm ainda dois ais. E tocou o sexto anjo a sua trombeta, e ouvi uma voz que vinha das quatro pontas do altar de ouro, que estava diante de Deus, A qual dizia ao sexto anjo, que tinha a trombeta: Solta os quatro anjos, que estão presos junto ao grande rio Eufrates.
E foram soltos os quatro anjos, que estavam preparados para a hora, e dia, e mês, e ano, a fim de matarem a terça parte dos homens. E o número dos exércitos dos cavaleiros era de duzentos milhões; e ouvi o número deles.
E assim vi os cavalos nesta visão; e os que sobre eles cavalgavam tinham couraças de fogo, e de jacinto, e de enxofre; e as cabeças dos cavalos eram como cabeças de leões; e de suas bocas saía fogo e fumaça e enxofre. Por estes três foi morta a terça parte dos homens, isto é pelo fogo, pela fumaça, e pelo enxofre, que saíam das suas bocas.
Porque o poder dos cavalos está na sua boca e nas suas caudas. Porquanto as suas caudas são semelhantes a serpentes, e têm cabeças, e com elas danificam. E os outros homens, que não foram mortos por estas pragas, não se arrependeram das obras de suas mãos, para não adorarem os demônios, e os ídolos de ouro, e de prata, e de bronze, e de pedra, e de madeira, que nem podem ver, nem ouvir, nem andar.” (Apocalipse 1:9-20)

Temos a tendência de nos considerar “gente boa”. Tratamos o vizinho com respeito, trabalhamos com honestidade e até fazemos a leitura diária da Bíblia. É de se esperar que Cristo morresse por pessoas boas, como nós! Mas quando pensamos assim, não estamos nos vendo da forma como Deus nos vê. E, mais importante ainda, não enxergamos a Deus como Ele realmente é. A visão que João tem do Senhor, descrita no Apocalipse, leva-o a cair a seus pés “como morto”, porque João viu a maravilhosa grandeza do Senhor.

Num mundo que tenta diminuir a Deus e promover o “eu” (e tudo relacionado ao “eu”), é importante que nos lembremos da grandeza de Deus. Às vezes, até mesmo o culto é mais dirigido às pessoas do que a Deus. Ficamos maravilhados com a música e os cantores; admiramos a eloqüência do pastor e acabamos por tratar a Deus conforme nos convém. Assim como um cartão de crédito, que pode estar ao nosso dispor quando dele precisamos, achamos que temos “crédito” com Deus, por isso, Ele está lá, disponível, para quando quisermos, ou para quando dele necessitarmos.

Se é assim que enxergamos a Deus, certamente não o amamos de verdade. Somente quando formos mais humildes e nos maravilharmos diante da sua grandeza é que poderemos amá-lo com sinceridade.

Pense:
O mistério é um Deus tão grandioso e maravilhoso habitar em nosso meio e, às vezes, nem o notarmos.

Ore:
Deus Soberano Eterno, nos humilhamos diante da tua grandeza e majestade. Sabemos do teu amor e graça, mas perdoa-nos, Pai, quando te tratamos com falta de respeito. Por amor de Jesus. Amém.

Cada Dia – www.lpc.org.br
Extraído de: www.lagoinnha.com

Paz.

Escrito ao som de: Silêncio

O que é já foi e o que será, também!

10.06.2010

O texto da mensagem de hoje é bastante intrigante. Ele compõe o versículo 15 do terceiro capítulo do Livro de Eclesiastes e diz o seguinte: “O que é já foi, e o que há de ser também já foi; e Deus pede conta do que passou”. Esse texto desperta o nosso interesse porque, à primeira vista, parece não fazer sentido. Como poderiam as coisas futuras, assim como as passadas, já terem acontecido?

Um comentário de John Wesley sobre essa passagem (disponível no sítio de internet: //wesley.nnu.edu) expressa que as coisas passadas, presentes e futuras são estabelecidas por uma ordem constante em todas as partes e eras do universo. De acordo com Wesley, há um retorno contínuo no movimento dos corpos celestiais, das estações do ano e na sucessão das gerações de homens e animais, em que tudo ocorre com o mesmo padrão. Esse pensamento é complementado por Ray C. Stedman (www.raystedman.org), em sua afirmação de que, em decorrência disso, há a repetição das mesmas lições para todo ser humano.

Por isso a segunda parte do versículo: Deus requer de volta aquilo que já passou, ou seja, Deus faz o que já passou retornar e isso implica em darmos conta do que fazemos. Há que se pensar, por exemplo, que, se o movimento das coisas é cíclico e isso inclui os nossos erros, teremos os mesmos tipos de colheita do que plantamos até que produzamos frutos de qualidade. E supõe-se que ninguém deseja errar a vida toda.

De fato, esse versículo é um desafio à consciência e ao empenho em viver de modo a não repetir os mesmos erros; o que faz desta mensagem também um incentivo para tanto. Se vamos passar por testes, que busquemos a aprovação em todos, de modo a que a nossa estada na terra não seja em vão.

Primeiro, há que se pensar na efemeridade da existência. Deus estabeleceu o homem tendo como parâmetro a eternidade. Assim, comparada com ela, nossa passagem por este mundo é, no mínimo, breve e não devemos desperdiçá-la com coisas que nos trarão prejuízos.

É sabido, por exemplo, que os maiores danos a uma pessoa são causados pelos vícios (o alcoolismo, as drogas, o jogo, a pornografia, o consumismo), por uma saúde debilitada, por finanças mal-administradas e relacionamentos degenerados, que desarmonizam o convívio de lares, locais de trabalho, lazer e até mesmo igrejas.

E é preciso buscar com urgência a remissão do nosso tempo. É preciso aproveitar ao máximo as oportunidades de aprendizado e, principalmente, de prática dos ensinamentos de Cristo, certamente o modelo de procedência para todo ser humano. Não podemos nos esquecer dos termos eternos em que se dão os valores espirituais, nem da balança com que todos seremos medidos. Afinal, o futuro também já passou.

Autor: Ap. Rina
Recebido após cadastro no site da igreja Bola de neve

Escrito ao som de: Toby Mac

Pensamentos sobre o relacionamento com Deus

09.06.2010

É uma caminhada longa, uma jornada árdua. Não há facilidades, nem deve haver neste mundo, pois a ele não pertencemos. Ainda que saibamos o fulgor e a plenitude maravilhosa da recompensa, a jornada continua difícil. Ainda que entendamos o que nos está reservado, conectando nossa mente, nosso coração com o Alto e Poderoso Mestre, nossos pés ainda tocam o chão, e nessa interação muitas atitudes vêm nos prejudicar. Desejos, futilidades, coisas que sabemos não nos serem necessárias mas, que mesmo assim, por nosso contato com o temporal, com o mutável, com o caído, acabam por nos fazer, em certas circunstâncias, empregar forças até excessivas num combate atroz.

Muitos acontecimentos cercam a vida dos que confiam na promessa Divina, dos que o buscam com a devoção de quem realmente não tomaria outro caminho, mesmo que se lhe aparentasse (como quase sempre se parece) muito mais agradável e adequado. Sim, viver em Cristo é maravilhoso, mas não é fácil.
A compreensão do Seu amor para conosco, e a constante assimilação e entendimento deste amor, a devoção a este amor nos levam diariamente a um contato mais próximo com o próprio Amor, o próprio Deus. É maravilhoso, indescritível eu diria, sermos, além de resgatados de um caminho que findava em trevas e horror absolutos, levados a um contato pleno e profundo com o Criador.

Quanto maior nossa imersão neste oceano de amor verdadeiro, quanto mais constante nosso relacionamento com o Pai, maior a distância que nossos pés tomarão do chão. Não sairemos deste mundo, por enquanto, mas, pela constante ação regeneradora e abençoadora do Santo Espírito, seremos livres do mal, dos males que corrompem e destroem a sociedade, a humanidade, e que tentam macular os que já foram lavados pelo precioso sangue do Cordeiro.

Extraído com orgulho do LHDBlog.

Paz.

Escrito ao som de: HB

A misericórdia faz bem

08.06.2010

Em um dos sermões mais importantes (e belos) de seu ministério, o “Sermão da Montanha”, Jesus discorre acerca da misericórdia: “Bem-aventurados os misericordiosos, porque encontrarão misericórdia” (Mt 5: 7).

Esse versículo distingue-se dos demais pela associação do encontro da misericórdia à sua própria prática, sendo que quem o faz é, então, muito feliz, um sinônimo para o termo “bem-aventurado” — de fato, esse termo faz referência a um outro título do sermão de Jesus, também conhecido como “Sermão das Bem-Aventuranças” ou, simplesmente, “Bem-Aventuranças”.

Isso é interessante de se pensar. No mundo egoísta em que vivemos, no qual se sobressai a lei do “toma lá dá cá”, é bom lembrarmos que, nesse caso, vale a pena “agir por interesse”. É no exercício da misericórdia, que inclui a compreensão, a aceitação e a paciência, especialmente com relação às pessoas que nos são próximas, a fim de que possamos receber os mesmos sentimentos.

Nesse caso, é válida a idéia de que o perdão pode apagar todas as mágoas, que um olhar terno da nossa parte pode dissipar possíveis sentimentos de culpa, que um elogio pode diminuir o peso de um dia ruim para o outro, que palavras brandas e abençoadoras podem aplacar a raiva, desfazer mal-entendidos, libertar um perdido, e que, por mais que nos custe (visto que em qualquer circunstância), o amor de nossa parte pode ser transformador dos nossos relacionamentos. E como a Palavra de Deus não mente…

Autor: Ap. Rina
Recebido após cadastro no site da igreja Bola de neve

Escrito ao som de: Nada

Última chance

07.06.2010

Porque quando falamos em “última chance” esse termo parece um pouco cruel de se dizer a alguém?

Sempre escutamos que é melhor conhecer e seguir os caminhos de Deus pelo amor do que pela dor.

Deus não faz ameaças à ninguém e não quer seu mal para que você decida segui-lo. Se você está no fundo do poço e não encontra mais saídas para a sua vida, pode ter certeza que Deus não é o autor disso e sim você mesmo que permite e que conduz seus caminhos sem depender de ninguém, autoconfiante e obcecado por resultados momentâneos que te farão bem naquele momento, mas que no dia seguinte o vazio dentro do seu coração voltará a te incomodar e fazer com que você reflita e tente procurar uma saída para seus “problemas”.

Não concordo com a técnica de evangelismo usada por muitos que dizem para um ímpio que se ele não aceitar Jesus na vida dele, certamente o inferno o aguardará.

Em Jeremias 29:11 diz: “Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o SENHOR; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais.”

O amor de Deus é muito além e infinitamente maior que simplesmente aceitá-lo por medo, mas existe uma nova vida a ser desfrutada quando Ele entra no seu coração. Uma vida transformada, restaurada e guiada pelo Reis dos reis, Senhor dos senhores.

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).

Esta é a motivação correta de andar com Deus, buscá-lo conhecer cada vez mais, desfrutar a vida e vida com abundância, vivendo um novo estilo de vida e amando as pessoas independentemente do que elas façam ou deixem de fazer por você.

Mas se você abrir mão de tudo isso, aí sim te digo que a oportunidade bateu na porta da sua casa, mas você não quis atender e nem entender todos os propósitos que Deus tem para a sua vida. Infelizmente esta pode ter sido a sua última chance de conhecer e aceitar a Jesus como seu único e verdadeiro Salvador.

Não deixe esta oportunidade passar a sua frente, não fique indiferente, agarre esta chance que Deus está te dando e abra as portas do seu coração e permita que Ele faça morada e assim viverás os melhores dias da sua história para toda a eternidade.

A família “é de Deus”

02.06.2010

Uma família estruturada e que convive em harmonia é um testemunho para a sociedade. Num mundo em que a família está ameaçada por divórcios, pouco convívio no lar, pais ausentes e/ou em crise com relação a seus papéis — para não mencionar as pressões financeiras —, os que conseguem manter-se firmes em meio aos ventos contrários são verdadeiros exemplos a ser seguidos.

A idéia corrente sobre a família é a de instituição falida: ouvi alguém dizendo na TV que a família só existe porque “nascemos e moramos num lugar com pessoas que tem o mesmo sangue que a gente”. Isso não é verdade, pelo menos, em parte, se pensarmos que a consideração única do parentesco sanguíneo restringe a essência do que somos a meros seres viventes, o que, absolutamente, também não é verdade.

A família é uma idealização do Senhor, cuja instituição remonta ao evento da criação. Uma breve análise dos primeiros capítulos do Livro de Gênesis é suficiente para percebermos que o ser humano (a base da família) tem origem divina (Gn 1: 26-27; 2: 7), que o homem deve encontrar preenchimento na companhia de um cônjuge (Gn 2: 18), que, ao criar a mulher, Deus estava, de fato, formando a primeira unidade familiar (Gn 2: 21-22), que a família cumpre os propósitos de satisfação sexual (Gn 2: 24) e perpetuação (Gn 1: 28). O homem não apenas encontra na família os atributos para realizar-se física e emocionalmente, como a ruptura da estabilidade familiar lhe pode causar grandes danos (Mt 19: 4-6).

Portanto, se você anda em crise com a sua família, pense no que ela representa na sua vida e/ou no que seria da sua existência sem ela. Comece pela criação e os planos de Deus para você, na posição que ocupa na estruturação do seu lar; ou, contrariamente, faça o processo reverso, iniciando pela condição do seu relacionamento com os seus e encontrando na gênese do homem a sua origem familiar e a vontade de Deus de fazê-lo feliz. E, claro, se precisar de ajuda, não se esqueça de consultar a Palavra.

Fique na Paz

Autor: Ap. Rina
Recebido após cadastro no site da igreja Bola de neve

Escrito ao som de: Audio Adrenaline, Jars of clay

Deus também fecha portas

31.05.2010

A porta fechada nos desespera, nos dá insegurança, medo e às vezes revolta.

Em nossa orações costumamos pedir a Deus que abra portas e não que feche portas. Muitos acreditam que Deus não fecha portas, que ele somente abre, mas é certo que Deus fecha e mantém fechadas muitas portas em nossas vidas.

Deus fechou a porta diante do apóstolo Paulo,quando este pediu que Ele lhe tirasse o espinho da carne. Deus fechou a porta a Moisés, quando não permitiu que ele entrasse na terra prometida. Deus fechou a porta de uma geração inteira, que morreu no deserto, antes de ver a Terra Prometida.

Deus permanece hoje fechando portas e as portas que Deus fecha devem permanecer fechadas. Deus fechou uma porta perante Jonas. A porta de seu preconceito contra os Ninivitas. Jonas foi lá e quis arrombar a porta que Deus fechou…resultado? Deus fechou novamente, pois deveria permanecer fechada.

Agimos muitas vezes como Jonas. Não seria melhor deixar a porta fechada e encontrar aquela que Deus tem mantido aberta para nós?

Não creio que determinar a Deus a abertura de portas,como é feito por muitos, seja correto. Precisamos pedir a Deus que mantenha fechadas as portas que devem ficar fechadas, mesmo que isto custe a nós algum sofrimento, pois, afinal, Deus é quem sabe quais são as portas que devem estar abertas e aquelas que devem permanecer fechadas. Confiamos ou não em Deus?

O que aconteceria conosco se entrássemos pelas portas que Deus fechou?

“Atenta para as obras de Deus, pois quem poderá endireitar o que ele torceu?” (Eclesiastes 7.13)

Autor desconhecido, recebido por e-mail.