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Aprofunde-se: o aprofundamento faz concretizar os planos de Deus para você

14.07.2010

A perseverança na vida com Deus é um dos segredos para a concretização de seus planos para nós. O Salmo 100 afirma, no versículo 5, que a fidelidade do Senhor permanece ao longo das gerações, e o mesmo se deve dar conosco em relação a ele.

Não é fácil dar continuidade às coisas que iniciamos, supostamente a razão por que muitas pessoas desistem de suas empreitadas ao primeiro sinal de dificuldade. E, na caminhada do evangelho, semelhantemente, é grande o número dos que não levam adiante o compromisso com o Senhor.

O que se dá em ambos os casos é a (falsa) crença nos resultados rápidos, no “lucro imediato”, a urgência de uma geração habituada aos restaurantes do tipo fast food e à velocidade das rajadas de tiros na última geração de video-games; e cujos resultados têm a superficialidade como carro-chefe.

Com isso, sobressaem na sociedade o egoísmo e o proveito próprio e não raramente a falta de escrúpulos. É preciso, assim, que se pense num aprofundamento das pequenas coisas, em seguir adiante com o que um dia foi iniciado (na vida pessoal e com Deus), fazendo da constância o meio de se chegar onde se deseja.

A profundidade está relacionada com a idéia de que o que fazemos hoje é o alicerce do amanhã. Se você entender essa verdade vai perceber, em pouco tempo, que está construindo uma história sólida e verdadeira, que está, de fato, concretizando o seu futuro e, mais que isso, realizando sonhos que, antes de serem seus, são do próprio Deus para você.

No amor do Pai,

Autor: Ap. Rina
Recebido após cadastro no site da igreja Bola de Neve

Paz.

Escrito ao som de: silêncio

Versículo do dia – Perdão

14.07.2010

“Aqueles a quem perdoardes os pecados lhes são perdoados; e àqueles a quem os retiverdes lhes são retidos.” (João 20:23)

Conheço algumas pessoas que passaram por momentos extremamente difíceis em suas vidas, roubos, traições conjugais, entre outros.

Dentre estas pessoas vejo dois grandes grupos: aqueles que souberam perdoar seus ofensores, e aqueles que retiveram mágoa e dor.

No primeiro grupo, após certo tempo, encontro pessoas felizes e prósperas. Ainda com problemas, como todos nós, mas felizes e confiantes. No segundo grupo, mesmo após anos, encontro pessoas rancorosas e com poucos momentos de alegria, normalmente doentes e esgotadas.

Por que esta diferença? A bíblia já nos alertava em João 20, versículo 23. O perdão liberado é uma chave que permite nos desprender de um passado desagradável e viver um presente completo.

Paz.

Escrito ao som de: silêncio

Nuvem do deserto

13.07.2010

“Enquanto Arão falava a toda a comunidade, todos olharam em diração ao deserto, e a glória do SENHOR apareceu na nuvem.” (Ex.16:10)

O povo de Israel estava aflito. Logo após passarem pelo Mar Vermelho estavam novamente murmurando e se queixando à Deus, sobre porque teriam que morrer no deserto de fome, porque no Egito eles tinham o que comer e beber. Mas Deus, em sua infinita misericórdia, ouviu as queixas dos israelistas e disse que lhes daria o pão de cada dia, em forma de maná (que significa, “o que é isso?”) e codornizes (uma ave).

Foi aí que aconteceu algo maravilhoso, quando Moisés enviou Arão para dizer isso ao povo, o povo se voltou para o deserto e viu na nuvem (que os acompanhava de dia) a glória do SENHOR.

É aí que pensamos, quando as coisas estão dando errado, quando os problemas estão nos afligindo, a quem temos recorrido? Como temos lidado com as situações, temos olhado para o deserto, para os nossos estômagos, procurando algo para nos saciar, ou tentado ver a Glória de Deus? A nuvem os acompanhava todos os dias, mas só quando pararam de se queixar que puderam notá-la e reconhecer a presença de Deus, que sempre os acompanhara.

Você tem reconhecido a nuvem de glória que Deus tem posto dia-a-dia na sua vida? Você tem olhado para o deserto e suas aflições como demonstrações do poder e amor de Deus, que vencem qualquer barreira?

Prostre-se diante do Senhor e O adore, mesmo em dificuldades, porque ali o Senhor há de trazer libertação e o socorro, na hora oportuna.

Deus abençoe à todos!

Autor: Silas Klein
Extraído do site: pequenomestre.wordpress.com

Paz.

Escrito ao som de: Vicky Beeching

A Oração Simples

12.07.2010

Não existe oração errada. Aliás, a oração errada é aquela que não é feita. A Bíblia Sagrada ensina que se deve orar a respeito de tudo. Orar por qualquer motivo, qualquer hora, qualquer lugar, sempre que o coração não estiver em paz. Tão logo o coração experimente apreensão, preocupação, medo, angústia, enfim, seja perturbado por alguma coisa, a ação imediata de quem confia em Deus é a oração.

O apóstolo Paulo diz que não precisamos andar ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, com ação de graças, devemos apresentar nossos pedidos a Deus, tendo nas mãos a promessa de que a paz de Deus que excede todo o entendimento, guardará nossos sentimentos e pensamentos em Cristo Jesus (Filipenses 4.6,7).

A expressão “coisa alguma” inclui desde uma vaga no estacionamento do shopping center quanto o fechamento de um negócio, o desejo de que não chova no dia da festa quanto a enfermidade de uma pessoa querida.

Esta experiência de oração é chamada de oração simples: orar sem censura filosófica ou teológica, orar sem se perguntar “é legítimo pedir isso a Deus?” ou “será que Deus se envolve nesse tipo de coisa?”. Simplesmente orar.

A garantia que temos quando oramos assim é a paz de Deus em nossos corações e mentes. A Bíblia não garante que Deus atenderá nossos pedidos exatamente como foram feitos: pode ser que a vaga no estacionamento não seja encontrada e que chova no dia da festa.

A oração não se presta a fazer Deus trabalhar para nós, atendendo nossos caprichos e provendo o nosso conforto. Já que a causa da oração simples é a ansiedade, a resposta de Deus é a paz. O resultado da oração não é necessariamente a mudança da realidade a respeito da qual se ora, mas a mudança da pessoa que ora.

A mudança da situação a respeito da qual se ora é uma possibilidade, a mudança do coração e da mente da pessoa que ora é uma realidade. Deus não prometeu dizer sim a todos os nossos pedidos, mas nos garantiu dar paz e nos conduzir à serenidade. Não prometeu nos livrar do vale da sombra da morte, mas nos garantiu que estaria lá conosco e nos conduziria em segurança através dele.

O maior fruto da oração não o atendimento do pedido ou da súplica, mas a maturidade crescente da pessoa que ora. Na verdade, a estatura espiritual de uma pessoa pode ser medida pelo conteúdo de suas orações.

Assim como sabemos se nossos filhos estão crescendo observando o que nos pedem e o que esperam de nós, podemos avaliar nosso próprio crescimento espiritual através de nossos pedidos e súplicas a Deus. As orações revelam o que realmente ocupa nossos corações, o que realmente é objeto dos nossos desejos, o que nos amedronta, nos desestabiliza e nos rouba a paz.

O apóstolo Paulo diz que quando era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino. Mas quando se tornou homem, deixou para trás as coisas de menino (1Coríntios 13.11).

Não existe oração certa e errada. Mas existe oração de menino e oração de homem. Oração de menina e oração de mulher. A diferença está no coração: coração de menino e de menina, ora como menino e menina. A nossa certeza é que Deus também gosta de crianças.

Autor: Ed René Kivitz
Artigo publicado na Edição nº9 do Catálogo Aliança.
Para conferir a versão impressa acesse Issuu.com/alianca.
Extraído do blog da Aliança

Paz.

Escrito ao som de: Ministério de Louvor Corpus Christ

Reflexão sobre a música na casa de Deus

08.07.2010

“… o filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos” – Marcos 10:45.

Como líder do ministério de música, vejo-me diante do dever de propor uma reflexão em torno de um assunto que interessa a todos nós.

Trata-se de uma avaliação que, como cristãos e músicos, devemos fazer na busca de uma postura e prática coerentes com a proposta do Evangelho na sua essência, “… o filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos”.

Acredito que todos nós temos uma crise relacionada com valores, ou seja, nossos valores conflitam com os valores de Deus. Nós achamos que sempre devemos ser os primeiros, mas o Senhor decidiu que os últimos serão os primeiros. Nós queremos que toda atenção do mundo esteja voltada para nós, mas o Senhor determinou que aquele que se humilhar será exaltado. Nós queremos competir, e no reino de Deus vigora a lei da cooperação (Ef 4:16).

Parece-me que estamos diante de um dilema e temos uma decisão a tomar. Às vezes me questiono se estamos agindo da maneira correta em relação ao talento musical que o Senhor nos deu. Até que ponto esse talento é um instrumento para serviço ou para auto-promoção? Qual o motivo que leva uma pessoa gravar um CD, considerando, por exemplo, a quantidade de trabalhos novos e a competitividade do mercado no setor evangélico? Será que estamos no rumo certo? Será que estamos prestando um serviço ou um desserviço à igreja, a sociedade e a nação?

Creio que o momento requer de nós uma revisão honesta e, quem sabe, uma reformulação completa de nossos valores, pois se nosso trabalho musical não segue os caminhos e valores eternos do evangelho de Cristo, estamos perdendo tempo, e o pior, o Senhor não está sendo glorificado.

Os nossos ministérios de música têm como missão primordial trabalhar por manter os valores divinos no lugar que devem estar, e, ao mesmo tempo, buscar unidade entre os músicos com o fim de dar e receber, e assim servir a igreja, a sociedade e a nação para a glória de Deus.

Creio que o Senhor está conosco e nos ajudará nesta caminhada, pois Ele é, e será sempre, a razão de ser da nossa vida, talento e ministério.

Deus abençoe!

Autor: Ronaldo Bezerra

Recebido por e-mail após cadastro no site do pastor Ronaldo Bezerra.

Paz.

Escrito ao som de: Pregador Luo

O que você valoriza?

07.07.2010

Há alguns dias, assisti aos depoimentos de um surfista profissional, ganhador de vários títulos, um sharper renomado e um empresário do automobilismo e considerei as suas histórias. Chamou-me a atenção, especialmente o fato de que, apesar das conquistas, da fama e da (consequente) recompensa financeira, esses homens não se sentiam completos até que tivessem tido um encontro com Jesus. É disso que quero tratar hoje.

A Bíblia Sagrada instrui, no capítulo 12 do Evangelho de Lucas (nas palavras de Jesus) a que nos acautelemos da avareza “[p]orque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui” (v. 15b). Esse texto mantém-se atual porque aborda a cultura do materialismo, vigente nas sociedades de todos os tempos.

No mundo em que vivemos, por exemplo, infelizmente, cultiva-se o pensamento de que quanto mais possuirmos e conquistarmos, em termos materiais, mais seremos felizes. Com isso, não são poucos os que cedem espaço para um monstro interior, que, à medida que se agiganta, transforma-os em pessoas superficiais e consumistas, que colocam na aquisição de bens (de uma peça de roupa a uma propriedade) a chave para os sentimentos de paz, amor e felicidade.

De fato, o dinheiro pode traduzir-se em sensações de prazer e bem-estar. No entanto, como enfatizado por Jesus, o homem não vale por aquilo que possui. Assim, o engano da idéia de que o dinheiro é tudo está no apego e amor a ele. O homem deve ser medido por aquilo que é, sendo, certamente, o seu caráter o determinante do seu valor.

Por exemplo, o dinheiro revela-se inútil diante de um casamento destruído, uma doença incurável, o descontrole emocional, a perda dos amigos, a solidão e tantas outras mazelas, nas quais a prosperidade financeira não pode interferir. E sabemos que a idéia dos egípcios de que as riquezas levadas consigo para o túmulo lhes garantiria a felicidade eterna há muito demonstrou-se enganosa.

A chave está, assim, no questionamento daquilo que valorizamos e, principalmente, em colocarmos o aspecto espiritual da nossa existência acima das outras coisas. Um outro fato é que o valor que temos não é medido pelos homens e seus padrões de julgamento, mas por Deus. É o Pai quem determina a nossa identidade e o nosso valor. O que temos a fazer, então, é buscarmos um encontro com ele. Nele estarão os valores eternos e a essência da felicidade.

Autor: Ap. Rina

Recebido por e-mail após cadastro no site da igreja bola de neve.

Escrito ao som de: Overpraise

Coisas que não Sabemos

06.07.2010

“Clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes.” (Jeremias 33:3)

Mesmo sabendo que teria um ministério difícil, parece que Jeremias tinha lá seus momentos de abatimento. Numa dessas ocasiões, o Senhor reiterou Seu apoio: “Clama a mim e responder-te-ei; e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes, que não sabes” (Jeremias 33:3).

Será que seria realmente melhor, em algum momento de nossa vida, que o Senhor nos revelasse tudo aquilo que Ele tem reservado para o nosso futuro? Até que ponto não conhecer o futuro prejudica o planejamento adequado de nossa vida?

Na promessa de Jeová a Jeremias, Ele garante “anunciar coisas grandes e firmes, que não sabes”. Só que a coisa não é automática. No início da promessa, Ele institui o profeta: “clama a mim”. Este verso concorda com todo o contexto bíblico, que afirma que nosso futuro somente está garantido, por causa do amor e da providência do Senhor. Em outras palavras, nossa parte não é a de manter comunhão com o Senhor do futuro. Aos Seus discípulos Jesus disse: “há muita coisa que Eu ainda não lhes direi, porque vocês não estão preparados para receber”. Porém, Ele garantiu: “o Espírito lhes dirá todas as coisas”. Fiquemos, pois, com o Senhor – no tempo próprio, Ele nos mostrará coisas que não sabemos.

Autor: Pr Olavo Feijó para o site amoremcristo.com

Paz

Escrito ao som de: Silêncio.