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E se Jesus voltar amanhã?

17.03.2010

“E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras” (Ap 22.12).

Imaginemos Jesus voltando amanhã para buscar a Sua Igreja. Imaginemos ter exatamente 24 horas de prazo à nossa disposição. O que seria importante para nós nesse momento? Como usaríamos o tempo disponível?

No começo haveria uma grande agitação. Mas certamente cada um de nós rapidamente faria planos acerca do que ainda desejaria realizar na terra nessas últimas 24 horas.

Em primeiro lugar, todo crente se humilharia diante de Deus e confessaria todos os pecados que inquietam seu coração e pesam em sua consciência. Em seguida, iríamos rapidamente falar com todas as pessoas contra quem cometemos injustiças, pedindo-lhes perdão e procurando verdadeira reconciliação. Quando não fosse possível fazê-lo pessoalmente, telefonaríamos, escreveríamos ou mandaríamos um fax.

Para estar ainda mais bem preparado para o arrebatamento, certamente todo crente ainda haveria de pensar sobre as oportunidades de servir negligenciadas e tentaria recuperar as chances perdidas. Acima de tudo nos empenharíamos para que nossos parentes, amigos e vizinhos ouvissem um testemunho claro da nossa fé. Não mediríamos esforços e faríamos tudo para ganhar a sua atenção. Eles haveriam de perceber a nossa seriedade. E provavelmente nesse dia cada um de nós ganharia pelo menos uma pessoa para Jesus.

Então pensaríamos no nosso dinheiro, lastimando termos dado tão poucas ofertas para o reino de Deus. Sacaríamos as nossas cadernetas de poupança, distribuindo o dinheiro de maneira sensata onde houvesse necessidade. Nem em sonho alguém pensaria em desperdiçar tempo com divertimentos e lazer nesse dia.

A seguir iríamos para a última reunião de estudo bíblico e oração na igreja. O prédio seria pequeno demais para tanta gente. Muitos estariam de pé. Todos orariam sem envergonhar-se no meio da grande multidão ou em grupos menores. E quando chegasse a hora dos testemunhos, as pessoas não iriam parar de falar. Cada um contaria das suas experiências com Deus e relataria o que o Senhor fez por seu intermédio nesse dia. Certamente todos os testemunhos terminariam de maneira semelhante: “Eu lamento muito porque por tantos anos não vivi de maneira totalmente consagrada, que ajudei tão pouco na expansão do reino de Deus, que dei poucas ofertas, que quase não testemunhei a outros, e que raramente participei das reuniões de oração, porque pretensamente tinha coisas mais importantes a fazer. Espero que o Senhor ainda demore mais um pouco e só volte daqui a dois ou três anos! Então eu mudaria totalmente a minha vida! Gostaria tanto de produzir frutos para a eternidade, de juntar tesouros no céu”.

Ninguém olharia para o relógio desejando que o culto acabasse logo.

É uma atitude absolutamente realista crer que Jesus poderá voltar amanhã. Todos os sinais do nosso tempo mostram que vivemos nos últimos dias. Mas talvez ainda nos restem exatamente esses dois ou três anos de prazo para trabalhar para o Senhor. Assim, nosso desejo de fato estaria realizado e ainda teríamos tempo para recuperar parte daquilo que negligenciamos. Comecemos hoje mesmo!

Autor: Daniel Siemens – http://www.chamada.com.br

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, julho de 1999.

Paz

Adhemar de campos – Usando o twitter da maneira correta

16.03.2010

Ontem pude acompanhar algumas mensagens que o pastor Adhemar de Campos enviou para seus seguidores no twitter. Nesta sequência de mensagens ele nos trouxe uma pequena ministração, realmente um bom uso para o microblog.

Segue a mensagem:

“tenho desejado aprender e compreender mais sobre a graça divina.. o que sucedeu ao ladrão da cruz pra mim é uma ilustraçao perfeita……naquele momento a graça atuou de modo surpreendente anulando todos os tabus possíveis…..aprendo com isso que a graça é a combinação perfeita entre o arrependimento humano e o perdão divino…..o ladrão não teve tempo para reparar erros cometidos ou se “acertar” com pessoas a quem prejudicou, a graça cancelou todas as dívidas!..e lhe garantiu a eternidade com Cristo.. está perfeitamente certo o autor do hino MARAVILHOSA GRAÇA… a Deus toda a glória!!”

Paz

Escrito ao som de: Catalau

Paul Washer – fiquem atentos!

12.03.2010

Vídeo curto, porém profundo com uma mensagem ministrada pelo Pastor Paul Washer sobre nossos pecados e salvação. Passe este vídeo para o maior número de pessoas possível.

Paz.

Escrito ao som de: PG

A sabedoria ou a tolice: qual você escolhe?

09.03.2010

O texto que gostaria de abordar hoje encontra-se no capítulo 14 do Livro de Provérbios. Nesse capítulo, o versículo 8 diz o seguinte: “A sabedoria do prudente é entender o seu caminho, mas a estultícia dos tolos é enganar”.

Eis uma passagem de grande valor. Nela, de maneira muito objetiva e até mesmo incisiva, a Bíblia declara que a sabedoria, a essência do saber, está em conhecermos os nossos caminhos; e, contrariamente, a desgraça e a estultícia, em promovermos o engano. Assim, o sábio e o tolo são contrastados por meio de suas escolhas.

De fato, há nesta terra sábios e tolos. Os últimos são bastante conhecidos. Os tolos são aqueles que desejam se dar bem a qualquer custo e, portanto, não medem esforços para conseguir os seus objetivos: são pessoas que enganam, ludibriam, usurpam. Os tolos mentem e de tal forma, que acreditam em suas próprias mentiras.

O retorno para os tolos também é sabido: a tristeza, o vazio, a decepção e, na maioria dos casos, a perda do bom nome e do respeito familiar e social. Uma vez que a “lei da semeadura” é sempre cumprida — e que atributos como a mentira e a falsidade não levam a lugar algum —, mesmo que demore, o engano fatalmente vem cobrar o seu preço.

Certamente não passa o mesmo aos sábios. Se os sábios buscam conhecer o seu caminho, sábios são aqueles que procuram compreender esta vida, a história de sua passagem por aqui e, consequentemente, o seu ponto de partida, os propósitos de sua existência e o lugar onde desejam chegar.

Os sábios tampouco estão sozinhos. Eles contam com a direção de Deus, que os criou e sabe tudo sobre eles e que, como fonte inesgotável de amor, pode conferir-lhes tudo de que necessitam e orientá-los para viver com inteligência, intrepidez e ousadia, e tendo paz e honra com todos. A sabedoria não está nos estudos ou nos diplomas universitários, mas no conhecimento das razões espirituais e do sentido da sua vida.

Por isso, se você anda vivendo como tolo, mude de lado sem demora. Empenhe-se em descobrir e conhecer o seu caminho e aquele que é, Ele próprio, “o caminho, a verdade e a vida”. Apegue-se com fé às Suas palavras e tenha acesso irrestrito ao coração de Deus, onde se encontra a verdadeira sabedoria.

No amor do Pai,

Autor: Ap. Rina
Recebido por e-mail após cadastro no site da igreja Bola de neve.

A dor de Jesus – Um relato médico

08.03.2010

Nota prévia do JC na veia: Encarem todo este relato médico com atenção, não se trata de uma análise bíblica do acontecimento, mas sim de uma análise contemporânea, sujeita a dados fictícios.

Sou um cirurgião, e dou aulas há algum tempo. Por treze anos vivi em companhia de cadáveres e durante a minha carreira estudei anatomia a fundo. Posso, portanto escrever sem presunção a respeito de morte como aquela.

Jesus entrou em agonia no Getsemani e seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra. O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas. E o faz com a precisão de um clínico.

O suar sangue, ou “hematidrose”, é um fenômeno raríssimo. É produzido em condições excepcionais: para provocá-lo é necessário uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo.

O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens devem ter esmagado Jesus. Tal tensão extrema produz o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas, o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra.

Conhecemos a farsa do processo preparado pelo Sinédrio hebraico, o envio de Jesus a Pilatos e o desempate entre o procurador romano e Herodes. Pilatos cede, e então ordena a flagelação de Jesus.

Os soldados despojam Jesus e o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio. A flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos. Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferente estatura.
Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de microscópicas hemorragias do suor de sangue. A pele se dilacera e se rompe; o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de dor. As forças se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em uma vertigem de náusea, calafrios lhe correm ao longo das costas. Se não estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em uma poça de sangue.

Depois o escárnio da coroação. Com longos espinhos, mais duros que os de acácia, os algozes entrelaçam uma espécie de capacete e o aplicam sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (os cirurgiões sabem o quanto sangra o couro cabeludo).
Pilatos, depois de ter mostrado aquele homem dilacerado à multidão feroz, o entrega para ser crucificado.

Colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal da Cruz; pesa uns cinqüenta quilos. A estaca vertical já está plantada sobre o Calvário.

Jesus caminha com os pés descalços pelas ruas de terreno irregular, cheia de pedregulhos. Os soldados o puxam com as cordas. O percurso é de cerca de 600 metros. Jesus, fatigado, arrasta um pé após o outro, freqüentemente cai sobre os joelhos. E os ombros de Jesus estão cobertos de chagas.

Quando ele cai por terra, a viga lhe escapa, escorrega, e lhe esfola o dorso. Sobre o Calvário tem início a crucificação. Os carrascos despojam o condenado, mas a sua túnica está colada nas chagas e tirá-la produz dor atroz.

Quem já tirou uma atadura de gaze de uma grande ferida percebe do que se trata. Cada fio de tecido adere à carne viva: ao levarem a túnica, se laceram as terminações nervosas postas em descoberto pelas chagas.

Os carrascos dão um puxão violento. Há um risco de toda aquela dor provocar uma síncope, mas ainda não é o fim. O sangue começa a escorrer. Jesus é deitado de costas, as suas chagas se incrustam de pé e pedregulhos.

Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz. Os algozes tomam as medidas. Com uma broca, é feito um furo na madeira para facilitar a penetração dos pregos. Os carrascos pegam um prego (um longo prego pontudo e quadrado), apóiam-no sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira. Jesus deve ter contraído o rosto assustadoramente. O nervo mediano foi lesado.

Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado; uma dor lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se pelos ombros, atingindo o cérebro. A dor mais insuportável que um homem pode provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes troncos nervosos: provoca uma síncope e faz perder a consciência. Em Jesus não. O nervo é destruído só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece em contato com o prego: quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha. A cada solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores dilacerantes. Um suplício que durará três horas.

O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus, colocando-o primeiro sentado e depois em pé; conseqüentemente fazendo-o tombar para trás, o encostam-se à estaca vertical.

Depois rapidamente encaixam o braço horizontal da cruz sobre a estaca vertical. Os ombros da vítima esfregam dolorosamente sobre a madeira áspera. A ponta cortante da grande coroa de espinhos penetram o crânio.

A cabeça de Jesus inclina-se para frente, uma vez que o diâmetro da coroa o impede de apoiar-se na madeira. Cada vez que o mártir levanta a cabeça, recomeçam pontadas agudas de dor. Pregam-lhe os pés.

Ao meio-dia Jesus tem sede. Não bebeu desde a tarde anterior. Seu corpo é uma máscara de sangue. A boca está semi-aberta e o lábio inferior começa a pender. A garganta, seca, lhe queima, mas ele não pode engolir. Tem sede.

Um soldado lhe estende sobre a ponta de uma vara, uma esponja embebida em bebida ácida, em uso entre os militares. Tudo aquilo é uma tortura atroz. Um estranho fenômeno se produz no corpo de Jesus. Os músculos dos braços se enrijecem em uma contração que vai se acentuando: os deltóides, os bíceps esticados e levantados, os dedos, se curvam. É como acontece a alguém ferido de tétano. A isto que os médicos chamam tetania, quando os sintomas se generalizam: os músculos do abdômen se enrijecem em ondas imóveis, em seguida aqueles entre as costelas, os do pescoço, e os respiratórios. A respiração se faz, pouco a pouco mais curta. O ar entra com um sibilo, mas não consegue mais sair. Jesus respira com o ápice dos pulmões. Tem sede de ar: como um asmático em plena crise, seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho, depois se transforma num violeta purpúreo e enfim em cianótico.

Jesus é envolvido pela asfixia. Os pulmões cheios de ar não podem mais se esvaziar. A fronte está impregnada de suor, os olhos saem fora de órbita.

Mas o que acontece? Lentamente com um esforço sobre-humano, Jesus toma um ponto de apoio sobre o prego dos pés. Esforça-se a pequenos golpes, se eleva aliviando a tração dos braços. Os músculos do tórax se distendem.

A respiração torna-se mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam e o rosto recupera a palidez inicial.

Por que este esforço? Porque Jesus quer falar: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”. Logo em seguida o corpo começa afrouxar-se de novo, e a asfixia recomeça. Foram transmitidas sete frases pronunciadas por ele na cruz: cada vez que quer falar, deverá levar-se tendo como apoio o prego dos pés.

Inimaginável! Atraídas pelo sangue que ainda escorre e pelo coagulado, enxames de moscas zunem ao redor do seu corpo, mas ele não pode enxotá-las. Pouco depois o céu escurece, o sol se esconde: de repente a temperatura diminui. Logo serão três da tarde, depois de uma tortura que dura três horas.

Todas as suas dores, a sede, as câimbras, a asfixia, o latejar dos nervos medianos, lhe arrancam um lamento: “Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?”. Jesus grita: “Tudo está consumado!”. Em seguida num grande brado diz: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”. E morre. Em meu lugar e no seu.

Autoria atribuída a Dr. Barbet, médico francês.
Recebido por e-mail

Voe alto, muito alto!

05.03.2010

Observando o voo dos planadores, lembrei-me das águias de que trata o capítulo 40 do Livro de Isaías e de sua comparação àqueles que põem a sua confiança em Deus. Diz o seguinte o trecho a que me refiro, no versículo 31: “Os que esperam no Senhor renovarão as suas forças; subirão com asas como águias; correrão e não se cansarão; caminharão e não se fatigarão”.

Primeiramente, a associação da águia aos que dão crédito à Palavra e acreditam nas suas promessas, comprova uma atitude de Deus para com os seus filhos: Deus os está querendo ensinar a voar. Depois, por causa das características do voo da águia, Deus os está querendo ensinar a voar mais alto e acima das situações que lhes possam parecer desfavoráveis.

A águia é uma ave peculiar. Em meio a uma tempestade, por exemplo, ao passo que as demais aves (e animais em geral) fogem e procuram abrigo, a águia vai de encontro às nuvens, utilizando a impetuosidade dos ventos para alçar um voo mais alto. A águia sobrevoa a tempestade e será o mesmo com os que “esperam” em Deus.

A proeza da águia é, de fato, bastante aplicável à nossa vida. É provável, por exemplo, que você mesmo, por vezes, encontre-se em situações de verdadeira tempestade, nas quais ao mesmo tempo em que um turbilhão de problemas o ameaçam, você geralmente se isola (para se proteger) e, limitado, não consegue enxergar uma saída. Então, é hora de Deus lhe ensinar a voar à maneira dele.

Isso não significa dizer que em todos os casos você terá situações melhores. O momento do voo alto da águia é aquele em que sentimos o cuidado de Deus e ouvimos a sua voz, falando brandamente no nosso coração, acalmando-nos e convidando-nos a subir até Ele, ter um momento de descanso, apenas pairando sobre as circunstâncias que nos afligem e enxergando as coisas de modo panorâmico e distanciado. O voo alto é, assim, a compreensão da sua própria condição, dos princípios espirituais que a regem e da força que tem a sua fé quando depositada em Jesus Cristo. É uma experiência nobre.

Esse tipo de vida certamente traz paz, mesmo no meio da tempestade. Você aprende a não perder a alegria e a motivação e, por mais intensos os ventos da adversidade, a utilizá-los como meio de subida a um nível mais alto em Deus. Então, não perca tempo. Confie na Palavra do Senhor, comece a enxergar as coisas pela ótica daquele que está acima de todas as coisas, enfrente as tribulações e aproveite-as para voar muito, muito mais alto.

Deus o abençoe,

Ap. Rina

Recebido por e-mail após cadastro no site da igreja bola de neve

Imperfeições

02.03.2010

Não costumo colocar este tipo de mensagem aqui, mas esta me lembrou que devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos. É um bom exemplo.

Quando eu ainda era um menino, ocasionalmente, minha mãe gostava de fazer um lanche. E eu me lembro de uma noite, quando ela fez um lanche desses, depois de um dia de trabalho, muito duro.

Naquela noite, minha mãe pôs um prato de ovos, linguiça e torradas bastante queimadas, defronte ao meu pai. Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato. Tudo o que meu pai fez, foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe e me perguntar como tinha sido o meu dia, na escola.

Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele lambuzando a torrada com manteiga e geléia e engolindo cada bocado.

Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por haver queimado a torrada. E eu nunca esquecerei o que ele disse:

” – Baby, eu adoro torrada queimada…”

Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai, eu lhe perguntei se ele tinha realmente gostado da torrada queimada. Ele me envolveu em seus braços e me disse:

” – Companheiro, sua mãe teve hoje, um dia de trabalho muito pesado e estava realmente cansada… Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém. A vida é cheia de imperfeições e as pessoas não são perfeitas. E eu também não sou um melhor empregado, ou cozinheiro!”

O que tenho aprendido através dos anos é que saber aceitar as falhas alheias, escolhendo relevar as diferenças entre uns e outros, é uma das chaves mais importantes para criar relacionamentos saudáveis e duradouros.

Autor desconhecido, recebido por e-mail.

Paz

Escrito ao som de: P.O.D.